
Escudo
de Gala do
Nacional
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2005
Com uma equipe renovada, o Nacional apresenta bons valores como Diego, Cristiano e Da Costa.
O técnico é Mirandinha. Paulo Roberto; Rincón (Israel), Diego, Rondinelli e Jeferson; Éder (Júnior Negrão), Zé Marcos, Daniel, Alcione (Rafael); Da Costa e Cristiano. Técnico: Mirandinha.
2004
- Apesar da badalação de seu
elenco e da cooperativa que administra o futebol, o Nacional
não iniciou bem o campeonato. Entre os jogadores: Rincón e
Sidney. Naílton, Guara, Donizete, Rafael, Gibi, Alberto, Júnior
César, Neto, Alexandre, Zedivan e Garanha. Tec. João Carlos
Silva
2003 - Seis
jogadores da equipe campeã de juniores serão aproveitados: o goleiro Zilton, o lateral
direito Eduardo Mosca, o lateral esquerdo Fernando, o volante Rodrigo e os atacantes
Alcione e Daniel. O meio-campo é todo de novatos no time: Murilo, Fabrício, Torrinha e
Silton Dias. Também vestem pela primeira vez a camisa nacionalina, o lateral direito
Édson e o zagueiro Rogério Borges.
2002 - O técnico é Aderbal Lana,
conhecido nacionalmente pelo trabalho no São Raimundo. Entre as novidades o craque
Rincón do 3B, vencedor do Peladão(famoso torneio entre clubes amadores de Manaus e
região), o zagueiro baiano Moisés(ex-Vasco, Internacional e Goiás), o meia Nei Bala,
Basinho(ex-Fast) e Adelmo(ex-Anapolina). Time Base: Ernandes, Ezequiel, Paulo Roberto,
Washington, Renato, Ednilson e Ney Bala, Wallace e Ailton.
H - O Nacional Futebol Clube tem tentado se reerguer. Rebaixado para a
Série C do Campeonato Brasileiro, depois de uma campanha desastrosa, tenta se refazer dos
desacertos cometidos e partir para mais uma tentativa de retornar à Primeira Divisão do
futebol brasileiro, de onde está afastado há 13 anos. Desde 1916, quando começou a
disputar o campeonato amazonense amador, conquistou 37 títulos estaduais, 19 a mais que
seu mais tradicional adversário, o Rio Negro. Alguns enfileirados, como o
pentacampeonato, em 1920, o hexa em 1981 e o tetra, em 1986. A primeira conquista fora de
casa, veio com o gol histórico de Pepeta contra o Grêmio Maringá, em pleno Maracanã,
na preliminar entre Brasil e Venezuela, em 24 de agosto de 1969. Em meados da década de
70, começou a preparar um pulo mais alto, quando trouxe, do Atlético Mineiro, os
juniores Toninho Cerezzo, Paulo Izidoro e Campos. Em 1981, conquista o torneio do Pacto
Amazônico. Mas, despontou mesmo, entre 1984 e 1986, quando Aderbal Lana comandou o time
dos sonhos da maioria dos nacionalinos: Reginaldo; China, Paulo Galvão (hoje
auxiliar-técnico), Murica e Luiz Florêncio; Cláudio Barbosa, Sérgio Duarte, Helinho e
Carlos Alberto Garcia; Dario e Edú. De quebra, tinha Bendelak, Marinho
Macapá, Hidalgo e Jorginho, entre outros.Com esse poderio, o Nacional desconheceu a
força de times consagrados, como Internacional (2 a 1), Atlético Mineiro (2 a 1),
Palmeiras (1 a 0). Na margem do campo, tinha o conhecimento técnico de um Aderbal Lana;
fora dele, a ousadia e a astúcia de um Manoel do Carmo Chaves Neto, hoje no São
Raimundo.
Mas os tempos passaram e com ele, a preocupação em brigar pelo direito líquido e certo
de manter espaço entre os grandes. O Nacional tenta ganhar terreno no caminho das pedras,
para preparar a chegada do seu centenário, no lugar de onde nunca deveria ter saído.
Hino - Nacional. Nacional, Nacional...é o glorioso pavilhão!
Nos encoraja para a luta, com amor e união... O mais querido e sempre amado, pela sua
tradição de campeão! Sempre no gramado, o clube amado e adorado. Nacional do meu
coração... Vamos a luta, lutar para vencer! Se for preciso lutar até morrer... Lutar
com disciplina e destemor, Mostra a todo mundo o teu valor... Sua torcida estará sempre
ao teu lado, sempre fiel... Meu clube adorado. Tua estrela azul é um símbolo de
glória... Avante Nacional para a vitória....
Texto adaptado a partir de notícias publicadas no jornal A Crítica no dia do
aniversário do clube
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