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2005 - Clube manda
tradicionalmente suas partidas no Estádio Antônio Carneiro,
mas como este se encontra em reformas, os jogos do time vêm
sendo realizadas no Antônio Pena, na vizinha Catu. O elenco
de 2005 é jovem e formado por jogadores do interior da Bahia
e Sergipe. O plantel é formado por Fábio Lima e Marco Aurélio
(goleiros); Alex, Jandson, Sandro, Freitas e Márcio
(laterais); Jeferson, Marcão e Bira (zagueiros); André,
Duzinho, Mário, Uilton, Moisés, Reinaldo, Serginho e Miller
(meias); Antonio Carlos, Dinho, Ricardinho, Nino, Oliveira,
Uelinton e Gilson Costa (atacantes). Equipe titular em
Fevereiro de 2005: Marco Aurélio, Márcio, Marcão (Bira),
Jefferson e Thiago; Mário, Duzinho, André e Uilton;
Ricardinho (Wellington) e Luiz André (Antonio Carlos). Técnico:
João Carlos
2004 - Conta em seu elenco com o veterano ponteiro Naldinho (que na década de 80 jogou no Bahia). O jogador, de 38 anos, tem apenas 1,58 metro. Aloísio; André, Cleverson, Lico e Mário; Jonga, Alfe, Jamaica e Etevan; Dentinho e Naldinho. Tec: Lico.
2003 - A nova
diretoria do Alagoinhas Atlético Clube, tendo à frente o presidente Ulisses Andrade,
procurou montar uma equipe competitiva, composta em sua maioria por jogadores da região
de Alagoinhas. Para este trabalho de preparar convenientemente o time para o Baianão,
contratou como treinador José Aparecido Ferreira, o conhecido Ferreira, antigo
lateral-direito do clube e conhecedor dos seus vários problemas e pronto para dar
solução. O elenco dispõe de 26 jogadores, mas a equipe-base que vem treinando é a
seguinte: Tigre; Bal, Di, Cléverton e Iça; Neto, Alfi, Evanilson e Naldinho; Alex e
Joãozinho.
2002- O Atlético contratou Gilmey Aymberê, campeão da
Taça Estado da Bahia pela Catuense. Foram contrados ainda nove reforços: Tigre, Biro,
George, Márcio, Alfi, Almir, Antônio Marcos, Fábio Bio e Nino. Com problemas
financeiros e sem um orçamento definido para a competição, o time está
aproveitando jogadores do futebol amador da cidade.
2001 - Depois de uma lastimável campanha no estadual do ano passado,
quando só foi salvo do rebaixamento ao vencer a repescagem contra o Jacuipense, vice da
segundona, o Atlético quer reverter a má imagem deixada no último Baianão. O antigo
presidente, Albino Leite, que se autodenominava "O camisa humana", em alusão ao
seu amor pelo Atlético, não suportou as pressões dos fanáticos torcedores. No final do
ano, ele abandonou o cargo, dizendo-se desiludido com o futebol. Em seu lugar, assumiu um
comitê de conselheiros responsáveis pela posterior eleição de Genival Cardoso como
presidente. O time demitiu 17 jogadores que atuaram no ano passado. As contratações
foram modestas: o lateral Ferreira, ex-Fluminense, o zagueiro Neto, ex-Cruzeiro, o
atacante Irará, ex-Galícia, e o meia Sílvio, que disputou o Intermunicipal pela
Seleção de Uruçuca, são os principais reforços. A comissão técnica será comandada
por Jorge Natal, que sempre esteve à frente dos juniores. Equipe base: Marimom; Ferreira,
Ditão, Neto e Jerry; Bigu, Brasília, Sílvio e Alex; Irará e Braúna.
H - Em 1968, o prefeito Antonio de Figueiredo Carneiro resolveu fazer
uma obra, que marcaria para sempre a sua administração, a construção de um
estádio. Surgiu então o Carneirão. Alagoinhas já tinha tradição
futebolística tanto nas equipes amadoras como o Grêmio, Ferroviário, Agulha, Juventus,
Botafogo e Gato Preto, como nas participações da Seleção de Alagoinhas nos campeonatos
intermunicipais. Em 1970, um grupo de deportistas da cidade se reuniu e fundou o
Alagoinhas. Sua estréia oficial foi vencendo o Leônico por 2 a
0, no ano seguinte, com o lateral Chico marcando o primeiro
gol da história da equipe. Já em 1971, o clube disputou baianão com destaque. Em 1973, conquista o
vice-campeonato estadual. Participa sempre como bom desempenho dos campeonatos na décadas
de70 e 80. Foi campeão da Copa Gratidão em 75 e, recentemente,
chegou em segundo no Campeonato do Interior de 2004, quando
ganhou uma vaga para disputar, sem sucesso, o Brasileiro da Série
C. O apelido "Carcará" surgiu do amor de um
torcedor que sempre comparecia aos amistosos atleticanos
acompanhado desta ave de rapina. Criou-se, então, o mascote. O carcará é um dos clubes mais tradicionais da Bahia, mas atravessa uma fase
de dificuldades. Seu maior artilheiro, Caroço, anotou 59 tentos.
Dendê, Merica, Zé Augusto, Tóia, Américo, Joãozinho,
Luciano, Serrinha e Zé Amaro são alguns dos jogadores
revelados pelo time.
Hino - "Saudemos nossa terra, nossa gente/ que de maneira forte e
eficiente/mil glórias do porvir irão trazer/ no campo de peleja ânimo forte/fazendo
conhecer de sul a norte/ nossa firme vontade de vencer/ Saudemos nosso Alético altaneiro/
Que irá mostrar para o Brasil inteiro/ Da nossa terra o futebol viril/ Salve Atlético
estrela pelegrina/ Do cenário esportivo do Brasil/" Letra: Valdo Souza
Música: Benigno Santos
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