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ALAGOINHAS ATLÉTICO CLUBE

atletico.jpg (6564 bytes) Fundação 02 de Abril de 1970
Endereço R Dois de Julho 277
CEP 48100-000  Alagoinhas/BA Tel.  (75) 4216815 e 4210050
Estádio Antônio Carneiro -18000-
Uniforme Camisa com listras vermelhas, pretas e brancas, calção branco e meias vermelhas
Presidente  Genivaldo de Santana Souza

Internet Atlético Alagoinhas
Carcará das Laranjas

2005 - Clube manda tradicionalmente suas partidas no Estádio Antônio Carneiro, mas como este se encontra em reformas, os jogos do time vêm sendo realizadas no Antônio Pena, na vizinha Catu. O elenco de 2005 é jovem e formado por jogadores do interior da Bahia e Sergipe. O plantel é formado por Fábio Lima e Marco Aurélio (goleiros); Alex, Jandson, Sandro, Freitas e Márcio (laterais); Jeferson, Marcão e Bira (zagueiros); André, Duzinho, Mário, Uilton, Moisés, Reinaldo, Serginho e Miller (meias); Antonio Carlos, Dinho, Ricardinho, Nino, Oliveira, Uelinton e Gilson Costa (atacantes). Equipe titular em Fevereiro de 2005: Marco Aurélio, Márcio, Marcão (Bira), Jefferson e Thiago; Mário, Duzinho, André e Uilton; Ricardinho (Wellington) e Luiz André (Antonio Carlos). Técnico: João Carlos


2004 -
Conta em seu elenco com o veterano ponteiro Naldinho (que na década de 80 jogou no Bahia). O jogador, de 38 anos, tem apenas 1,58 metro. Aloísio; André, Cleverson, Lico e Mário; Jonga, Alfe, Jamaica e Etevan; Dentinho e Naldinho. Tec: Lico. 

2003 - A nova diretoria do Alagoinhas Atlético Clube, tendo à frente o presidente Ulisses Andrade, procurou montar uma equipe competitiva, composta em sua maioria por jogadores da região de Alagoinhas. Para este trabalho de preparar convenientemente o time para o Baianão, contratou como treinador José Aparecido Ferreira, o conhecido Ferreira, antigo lateral-direito do clube e conhecedor dos seus vários problemas e pronto para dar solução. O elenco dispõe de 26 jogadores, mas a equipe-base que vem treinando é a seguinte: Tigre; Bal, Di, Cléverton e Iça; Neto, Alfi, Evanilson e Naldinho; Alex e Joãozinho.

2002- O Atlético contratou Gilmey Aymberê, campeão da Taça Estado da Bahia pela Catuense. Foram contrados ainda nove reforços: Tigre, Biro, George, Márcio, Alfi, Almir, Antônio Marcos, Fábio Bio e Nino.  Com problemas financeiros e sem um orçamento definido para a competição, o time está aproveitando  jogadores do futebol amador da cidade.

2001 - Depois de uma lastimável campanha no estadual do ano passado, quando só foi salvo do rebaixamento ao vencer a repescagem contra o Jacuipense, vice da segundona, o Atlético quer reverter a má imagem deixada no último Baianão. O antigo presidente, Albino Leite, que se autodenominava "O camisa humana", em alusão ao seu amor pelo Atlético, não suportou as pressões dos fanáticos torcedores. No final do ano, ele abandonou o cargo, dizendo-se desiludido com o futebol. Em seu lugar, assumiu um comitê de conselheiros responsáveis pela posterior eleição de Genival Cardoso como presidente. O time demitiu 17 jogadores que atuaram no ano passado. As contratações foram modestas: o lateral Ferreira, ex-Fluminense, o zagueiro Neto, ex-Cruzeiro, o atacante Irará, ex-Galícia, e o meia Sílvio, que disputou o Intermunicipal pela Seleção de Uruçuca, são os principais reforços. A comissão técnica será comandada por Jorge Natal, que sempre esteve à frente dos juniores. Equipe base: Marimom; Ferreira, Ditão, Neto e Jerry; Bigu, Brasília, Sílvio e Alex; Irará e Braúna.

H - Em 1968, o prefeito Antonio de Figueiredo Carneiro resolveu fazer uma obra, que marcaria para sempre a sua administração, a construção de um estádio.  Surgiu então o Carneirão.  Alagoinhas já tinha tradição futebolística tanto nas equipes amadoras como o Grêmio, Ferroviário, Agulha, Juventus, Botafogo e Gato Preto, como nas participações da Seleção de Alagoinhas nos campeonatos intermunicipais. Em 1970, um grupo de deportistas da cidade se reuniu e fundou o Alagoinhas. Sua estréia oficial foi vencendo o Leônico por 2 a 0, no ano seguinte, com o lateral Chico marcando o primeiro gol da história da equipe. Já em 1971, o clube disputou baianão com destaque. Em 1973, conquista o vice-campeonato estadual. Participa sempre como bom desempenho dos campeonatos na décadas de70 e 80. Foi campeão da Copa Gratidão em 75 e, recentemente, chegou em segundo no Campeonato do Interior de 2004, quando ganhou uma vaga para disputar, sem sucesso, o Brasileiro da Série C. O apelido "Carcará" surgiu do amor de um torcedor que sempre comparecia aos amistosos atleticanos acompanhado desta ave de rapina. Criou-se, então, o mascote. O carcará é um dos clubes mais tradicionais da Bahia, mas atravessa uma fase de dificuldades. Seu maior artilheiro, Caroço, anotou 59 tentos. Dendê, Merica, Zé Augusto, Tóia, Américo, Joãozinho, Luciano, Serrinha e Zé Amaro são alguns dos jogadores revelados pelo time. 

Hino - "Saudemos nossa terra, nossa gente/ que de maneira forte e eficiente/mil glórias do porvir irão trazer/ no campo de peleja ânimo forte/fazendo conhecer de sul a norte/ nossa firme vontade de vencer/ Saudemos nosso Alético altaneiro/ Que irá mostrar para o Brasil inteiro/ Da nossa terra o futebol viril/ Salve Atlético estrela pelegrina/ Do cenário esportivo do Brasil/"  Letra: Valdo Souza Música: Benigno Santos

 

Nacionais

2004 - Terceira Divisão
1988 - Terceira Divisão
1984 - Taça de Prata
1981 - Taça de Bronze
1972 - Segunda Divisão - Semifinal Quadrangular Grupo B- 3. Colocado

 

estaduais

1971 a 1992, 1994, 1995, 1999 a 2005

 

noticias

A Tarde
Correio da Bahia

Camisa do Atlético
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Foto - Correio da Bahia

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