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Palmeiras Nordeste Futebol Ltda.

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Fundação 10 de Agosto de 2000(Profissional - Independente Esporte Clube)
Endereço
Rua Marechal Castelo Branco, 204  -  Capuchinho
Feira de Santana, BA - 44052-160

Estádio  Alberto Oliveira
Jogará em 2005 em S. Antonio de Jesus
no estádio José Trindade Lobo
Uniforme Verde e Branco
Título Campeão Baiano 2002 , da Taça Estado da Bahia 2003 e da Segunda Divisão Baiana 2001

Internet www.palmeirasnordeste.com.br
Palmeiras/Independente de Feira
2005 O Palmeiras continua perambulando pelo interior da Bahia. Depois de Candeiras, agora é Santo Antônio de Jesus quem recebe o clube na temporada de 2005. O estádio municipal é o José Trindade Lobo. Palmeiras-NE: Uilton; Aragão, Marcus (Anderson), Ciro e Adson (João Carlos); Jeferson, Osmar, Harley e Silvano; Dinailton e Ney Tomate (Jânio).

2004 -
Epitácio Pessoa, o presidente do Palmeiras-NE, decidiu mudar a sede de Feira de Santana, a 108 quilômetros de Salvador, para Candeias, na região metropolitana da capital baiana. A partir de 2004, o clube mandará seus jogos no Estádio David Caldeiras, para 8 mil pessoas, em Candeias. "Houve um ciúme muito grande de parte da turma do Fluminense, o time mais antigo de Feira de Santana, no momento em que o Palmeiras-NE começou a fazer sucesso", diz Pessoa, acusando 99% da imprensa feirense de torcer pelo Fluminense e não engolir o "porco baiano".

2003 - Sob o comando de Marcelo Chamusca, irmão mais novo do técnico Péricles Chamusca, que dirige no momento o Sport de Recife (PE), o time do Palmeiras/NE é um dos favoritos ao título estadual de 2002. O Palmeiras/NE é o primeiro time profissional a ser dirigido por Marcelo Chamusca. Durante nove anos, o irmão mais novo de Péricles Chamusca atuou como técnico das divisões de base do Sport de Recife (PE), Vitória e Bahia. Marcelo Chamusca foi incumbido pelos dirigentes do Palmeiras/NE a realizar o seu trabalho com independência e fazer o melhor para colocar o time feirense numa posição de destaque no Campeonato Baiano deste ano. Para começar o campeonato, ele poderá contar com o seguinte plantel: Goleiros – Vanuca, Uilton e Gilson; Zagueiros Paulo Ricardo, André e Neto; Laterais – Edvan, Tiago, Cedric, Neilton, Marcelinho e Rei; Meio-campistas – Dentinho, Jonga, Valdo (que também atua na lateral esquerda), Germínio, Naldo e Silvano; Atacantes Serginho e Rodrigo.

2002 - Independente de Feira de Santana estreará no campeonato  seu novo nome: Palmeiras Nordeste. Campeão da segunda divisão ano passado, o time promete ser uma das surpresas do Baianão 2002. Além da mudança do nome, o comando técnico passou das mãos de Índio para as do ex-jogador Helinho, que inclusive já treinou equipes no Oriente Médio. Helinho foi contratado pelo Palmeiras de São Paulo, que disponibilizou o treinador para a filial baiana. Índio será o responsável pelas divisões de base. Segundo o presidente Dilson "Gamela" Carneiro, a parceria com o clube paulista está cada vez mais sólida. O último jogador do Independente a ser aproveitado pelo Palmeiras foi o lateral Neilton, recentemente transferido para o Parque Antártica. Para o campeonato estadual, a equipe fez poucas contratações, preferindo valorizar os talentos revelados em casa. O goleiro Vanuca, ex-Barreiras, e o lateral Márcio, ex-Poções, são as novidades. Saulo; Montoia, Virlei, Boni e Reinaldo; Osmar, Wendel, Naldo e Juninho; Magno e Hélder.

H - O Independente protagoniza uma das mais meteóricas histórias do futebol estadual. Somente em novembro de 2000 iniciou, de fato, as suas atividades como clube profissional - é filiado à FBF desde 1997.  O Clube de Feira mantém uma parceria com o Palmeiras de São Paulo o que fez com que em 22 de Dezembro o clube mudasse oficialmente de nome para Palmeiras Nordeste.

A experiência nordestina do Palmeiras começou em 2000, quando o time fechou uma parceria com o Independente, clube da cidade do interior baiano. No início deste ano, a agremiação paulista tomou conta de vez da equipe e colocou seu nome na associação baiana. "O Palmeiras não ajuda. Na verdade, ele dá tudo para a gente", diz Hélio Rios, supervisor da equipe de Feira de Santana, que passou da 3ª à 1ª divisão após o acordo. O clube do Parque Antarctica manda para Bahia jogadores e até fardamento, que é idêntico ao da "matriz". Um novo escudo está sendo criado, com o símbolo oficial do Palmeiras envolto pelas bandeiras dos nove Estados nordestinos.

Saiba mais sobre o Palmeiras Nordeste Completando 16 meses de atividades em 22 de dezembro de 2001 o Independente Esporte Clube, de Feira de Santana, que neste ano passa a se chamar Palmeiras Nordeste (Palmeiras-NE), já se transformou na mais nova sensação do futebol baiano. Neste período o caçulinha da Bahia passou pelo Torneio Seletivo, também chamado de Terceira Divisão do Campeonato Baiano, pela Segunda Divisão do mesmo campeonato e já está na primeirona de 2002. Coube também ao Palmeiras-NE/Independente representar Feira de Santana na Série C do Campeonato Brasileiro de 2001, disputando paralelamente a esta competição a Taça Estado da Bahia, esta promovida pela Federação Baiana de Futebol. Foram quatro competições em 16 meses sendo que todos os resultados obtidos acabaram considerados extremamente satisfatórios.

            O COMEÇO

            A inscrição do Independente junto à Federação Baiana de Futebol "FBF" em 2000 para a disputa do Torneio Seletivo, onde o campeão e o vice-campeão teriam vaga assegurada para a Segunda Divisão de 2001, se deu após uma parceria firmada com o Palmeiras,   através da qual o clube feirense passaria a receber mensalmente uma verba previamente determinada para cobertura de todas as despesas geradas por esta e demais competições. Em contrapartida, o Independente se comprometia a revelar atletas de qualidade técnica e encaminhá-los ao clube paulista.

            No dia 22 de agosto de 2000 iniciaram-se os treinamentos visando o Seletivo. Foram cerca de cinco semanas de trabalhos físicos e técnicos até a estréia. No primeiro turno do Seletivo o time não foi bem, fato que levou o presidente Dilson Carneiro Pedreira (Gamela) a reforçar a equipe para a segunda etapa do certame. Com as contratações de Tupanzinho, Robson Barbosa, Duzinho, Dentinho, Gil Senegal e Serginho o time feirense foi outro nesta fase. Foram várias goleadas, uma delas por 9x0, sobre o Renascente de Candeias, resultados que levaram o Independente à final do segundo turno contra Paulo Afonso. Na primeira partida, em Paulo Afonso, derrota por 2x1, placar que obrigava o Independente a vencer o jogo de volta ao menos por um gol de diferença. Em Feira, o Independente sobrou. Aplicou 3x0 e poderia ter marcado mais tamanha foi a superioridade técnica em campo. Com o primeiro título de sua história, campeão do segundo turno do Torneio Seletivo, o Independente se credenciava a decidir o certame com o Itapetinga que tinha vencido a etapa inicial. O primeiro jogo da final foi em Feira de Santana, no estádio Jóia da Princesa, e terminou empatado sem abertura do placar, fato ocorrido no dia 10 de dezembro. Uma semana depois, no dia 17, em Itapetinga sob muita chuva, o time local venceu por 1x0 deixando o Independente como vice-campeão e garantido na Segunda Divisão de 2001 já que o regulamento assegurava vaga para o campeão e o vice.

            SEGUNDA DIVISÃO

            Na segunda competição de sua história, a Segunda Divisão do Campeonato Baiano em 2001, e já sob o comando to técnico e ex-jogador de futebol Espedito Ventura, mais conhecido por Índio, o Independente viu crescerem as dificuldades. Primeiro porque logo em janeiro quatro jogadores titulares foram enviados ao Palmeiras, sendo que dois retornaram por empréstimo, o volante Duzinho e o meia Dentinho, e dois permaneceram no clube paulista, o lateral direito Robson Barbosa e o meia esquerda Tupanzinho. Segundo porque das dez equipes inscritas para a disputa, apenas o campeão teria vaga garantida na Primeira Divisão de 2002. Apesar dos desfalques de Robson Barbosa e Tupanzinho o Independente manteve o nível técnico vencendo a maioria de seus jogos e chegando a final com o Grapiúna de Itabuna. Com melhor campanha o Independente assegurou a condição de fazer o jogo de volta em casa. Na primeira partida em Itabuna, no dia 03 de junho com o estádio Luis Viana Filho completamente lotado o Independente não deu chances ao adversário e venceu com folga por 3x0. Podendo perder na volta por até três gols de diferença o representante feirense apenas administrou a vantagem empatando em 1x1, partida realizada no dia 10 de junho no estádio Jóia da Princesa, carimbando assim seu passaporte para a divisão de elite do futebol baiano, fato ocorrido doze dias antes de o clube completar 10 meses de atividades. Enquanto o Independente fazia bonito na Bahia, os jogadores enviados ao Palmeiras não deixavam por menos no clube alviverde. Tupanzinho disputou o Campeonato Paulista com boas atuações nas partidas que entrou, o mesmo acontecendo na Copa Libertadores da América competição da qual Tupã, como passou a ser chamado, participou pela primeira vez. Ele ainda foi emprestado ao Naútico/PE sendo o maior destaque na Série B do Campeonato Brasileiro de 2001. Em 2002, Tupã retornou ao grupo palmeirense. Já o lateral Robson Barbosa se manteve sempre no grupo principal do alviverde e de quebra acabou sendo campeão de um torneio disputado na Índia por um combinado do Verdão.

            SÉRIE C

            Findo o primeiro semestre de 2001, e tendo conseguido o que muitas equipes de tradição do futebol baiano buscam a muitos anos e não conseguem, ou seja estar na divisão de elite estadual, o Independente não se deu por satisfeito e foi em busca de uma vaga na Série C do Campeonato Brasileiro. Contando com a interferência da diretoria do alviverde paulista isto acabou se concretizando. Como único representante feirense na disputa, o Independente não decepcionou e terminou entre os vinte melhores dos 65 que iniciaram a Série C. Alguns atletas se destacaram a exemplo do atacante Jamaica, artilheiro da equipe com sete gols, o meia Dentinho, o lateral direito Elsinho, o lateral esquerdo Germínio, o volante Mário e o atacante Ricardinho, todos bastante elogiados pela crônica especializada.

            TAÇA ESTADO DA BAHIA

            Durante a disputa da Série C do Brasileiro o Independente se viu obrigado, apesar da pouca idade, a agir como clube de ponta. O presidente Dilson Carneiro Pedreira inscreveu a equipe para uma competição paralela, a Taça Estado da Bahia, promovida pela Federação Baiana de Futebol. Para tanto, foi preciso criar a primeira divisão de base, no caso, um time formado por atletas com idade júnior que disputou a maioria dos jogos da Taça. A garotada correspondeu levando o Independente a terminar a Taça numa posição intermediária, sexto lugar, o que deixou o presidente Gamela satisfeito e confiante de que, já neste ano, muitos destes garotos estarão em São Paulo brigando por uma vaga no time principal do Verdão.

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Escudo do Independente

 

Nacionais

2001 e 2002 - Série C

 

estaduais

Primeira Divisão: 2002/2003/2004/2005

 

noticias

Feira Hoje
Tribuna Feirense
A Tarde
Correio da Bahia

Jóia da Princesa - Feira de Santana

Independente recebe a taça da Segundona de 2001. Foto: Tribuna Feirense

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