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2005
- Ao contrário da última temporada, o Bandeirante espera
não ter de lutar contra o rebaixamento. O técnico
Bilzão, estreante na profissão, aposta na experiência do
elenco para surpreender os adversários. Entre as novidades,
está o atacante Serginho Brasília e o meia Flávio Katioco
(ex-Gama).
2004
- Sem dinheiro, o Bandeirante começou 2004 com a seguinte
indagação: e agora, quem poderá me defender? A resposta
veio de dois "chapolins colorados". Roberto Marques,
presidente do Brasília – time de camisa vermelha da
Segundona local – e José Roberto Buani (técnico)
propuseram uma parceria a seu Neném Pelanca, dono do
Bandeirante. Ele aceitou e Marques e Zé Roberto levaram vários
jogadores do Brasília.Mas a estrutura do time é uma
calamidade. Do elenco de 2003 restaram o goleiro Alexandre e o
meia Marquinhos Brazlândia. Julio Cesar e Serginho Brasília
são alguns reforços. O time mandará seus jogos no Rorizão,
em Samambaia, devido à precariedade da Metropolitana.
2003 - O nanico Bandeirante atravessa gigantesca crise nos bastidores
capaz de credenciá-lo ao posto de favorito ao rebaixamento. O principal responsável pelo
caixa decidiu pendurar a cartola neste ano. Talvez fique nos juniores. Tocar
futebol em Brasília ficou difícil, critica o presidente de honra, o
empresário Carlinhos de Andrade. Depois de entrar no clube em meio ao desastre da
queda, em 1997, Carlinhos comandou o Bandeirante na saída da segundona candanga, em 1999,
e na boa fase recente no futebol doméstico. O alvinegro foi vice-campeão em 2000 e
conseguiu dois quartos lugares em 2001 e 2002. Só o papão Gama conseguiu tanta
regularidade nessas três últimas temporadas. O seu Neném é uma pessoa
competente. Fundou e profissionalizou o Bandeirante. Está certo que são outros tempos,
mas não sei, de repente, dá certo, elogia Carlinhos. Sempre fui
eu que peguei no chifre. Estou com o time há 40 anos. Nunca ninguém botou dinheiro, só
tirou, alega Neném Pelanca.
Elenco: Alexandre e Bruno (goleiros); Avelino, Clein, Gustavo, Agenor e Edinho (laterais),
Júnior, Ricardo, Elson, Lira (zagueiros), Bira, William e Marquinhos
Brazlândia
(volantes), Mariozan (meia), Fernando e Jones (atacantes) Técnico: Gil
2002- O zagueiro Lira, ex-Brasília e Dom Pedro, é um dos mais
conhecidos jogadores do Bandeirante. Com uma folha de R$ 40 mil mensais, o Bandeirante
espera ter uma boa participação no torneio. O técnico Pereira aposta na força
ofensiva, com a veloz dupla Bispo e Giovani. O baixinho Bispo ficou famoso com os gols do
Bandeirante na vitória por 2 x 1 sobre o Sobradinho, na última rodada do torneio
doméstico do ano passado. Giovani, por sua vez, chega por empréstimo do Luziânia com o
cartel de artilheiro da segundona candanga fez 19 gols. André; Clein, Flávio,
Jéfferson, Lira e Branco; Tiago, Carlos Eduardo e Toni; Giovani e Bispo Técnico: Alceu
Pereira
2001 - Do surpreendente vice-campeonato candango e da péssima
campanha da Copa JH, apenas dois titulares permaneceram: o zagueiro Júnior e o meia
Marquinhos Brazlândia. Outros jogadores experientes do futebol local são o meia Cilas e
o zagueiro Lira, ex-Brasília. No mais, um grupo de jogadores novos. Como se
trata de um grupo jovem, tenho certeza de que vai dar muito mais trabalho. O importante é
não perder, avisa Júnior. A esperança de gols é o atacante Petróleo,
artilheiro da Segundona brasiliense, com 9 gols defendendo o time do Itapuã. No
Campeonato Brasiliense do ano passado, o Bandeirante foi segundo colocado, atrás do Gama
Equipe Base: Alexandre, Eduardo, Júnior, Lira, Rômulo, Brazlândia, Renato, Údimi,
Tony, Neto e Fernando. Técnico: Jorgeney Nery
H - A atual Associação Desportiva Comercial Bandeirante nada mais é
do que uma derivação do Clube Atlético Colombo, agremiação fundada em 6 de abril de
1960, na cidade-satélite do Núcleo Bandeirante, pela família Rizza e que disputou
campeonatos oficiais da Federação desde o ano de sua fundação até o ano de 1972.
Sempre formou bons times e conquistou, invicto, o título de 1971. Numa A.G.E. de 16 de
agosto de 1973, o Colombo transformou-se em S.E. Bandeirante e tinha como presidente João
Batista Rizza. Não disputou nenhuma competição oficial naquele ano e também em 1974.
Para não deixar a cidade do Núcleo Bandeirante sem futebol, em 8 de novembro de 1975 é
fundado o Demabra Esporte Clube. Inscreveu-se no Campeonato do Departamento Autônomo da
Federação Metropolitana de Futebol e tinha como principais destaques os jogadores Milton
Rizza e João Batista Rizza, aparentemente (vou pesquisar ainda) filhos de Adolfo Rizza, o
fundador do Colombo. Ficou mais um ano parado, não participando ! de competições em
1976. Em 5 de maio de 1977, foi fundada a Desportiva Bandeirante que tinha como Presidente
João Aureliano Rodrigues, que fazia parte da diretoria do Demabra. Com o nome de
Desportiva Bandeirante disputou o Torneio Imprensa de 1977, ficando em 6º lugar entre 9
clubes, e o Torneio Incentivo. Em 1978 disputou pela primeira vez o campeonato oficial do
DF, além de mais um Torneio Incentivo. Foi último colocado no campeonato de 1980. Ficou
um longo período sem disputar o campeonato oficial do DF, de 1981 a 1993. Em 15 de
outubro de 1994 foi fundada a Associação Desportiva Comercial, também com sede no
Núcleo Bandeirante. Foi 10º e último colocado nos campeonatos de 1994 e 1995, disputou
o Torneio de Descenso em 1996 e escapou do rebaixamento. Em 1997, volta a ser 10º e
último colocado, sendo rebaixado para a Segunda Divisão. Passa os anos de 1998 e 1999 na
Segunda. Retorna a Primeira em 2000, já com o nome de Associação Desportiva Comercial
Bandeirante e fica com o vice-campeonato, empatando as duas partidas com o Gama na
final. Em 2001 fica em 4º lugar.
 
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