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Brasiliense Futebol Clube de Taguatinga

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Fundação 01 de Agosto de 2000
Endereço Setor de Indústrias de Taguatinga - Quadra 02 - Lote 17 - Taguatinga/DF Tel/Fax. (61) 2488755
Estádio Serejão - 35000 -
Uniforme Camisa amarela com detalhes em verde e branco, calção verde com detalhes em amarelo e meias verdes
Presidente Luiz Estevão de Oliveira Neto
Apelidos "Jacaré" e "Amarelão"
Títulos Vice-campeão da Copa do Brasil 2002, Campeão Brasileiro da Segunda Divisão 2004,
Campeão Brasileiro da Terceira Divisão 2002, Campeão Estadual 2004, Campeão Estadual da Segunda Divisão 2000 e Vice-Campeão Estadual 2001
Internet
brasiliensefc       brasiliense.cjb.net         www.eta.com.br/brasiliense brasiliense.orui.net   www.brasiliensefc.net 
Brasiliense FC

2005 O técnico é Edinho. Iranildo prossegue no clube. Há várias mudanças em relação ao time que conquistou a Série B. O lateral-direito Dida substitui Rogério Souza, reforço do Botafogo. Tinoco, contratado ao Fluminense, é o herdeiro da vaga de Durval, negociado com o Atlético-PR. Com a ida de Possato para o Sport, a camisa 6 é de Rochinha. No ataque, a cara nova é Agnaldo, ex-Fluminense. Outra contratação de destaque é de Marcelinho Carioca, ex-Corinthians e Flamengo. 

2004 -
Repleto de ex-gamenses no elenco, Brasiliense tenta sepultar de uma vez por todas fama de freguês do maior campeão candango. 
O torcedor do Brasiliense, que estava acostumado com Iranildo, Roma, Sinval, Evandro Chaveirinho, Gilson Batata, entre outros, verá uma equipe diferente. A começar pelo técnico Mauro Fernandes, que já dirigiu o arqui-rival Gama, e chega com a missão de realizar um antigo sonho do presidente Luiz Estevão: ganhar o inédito título candango.

Sonho impedido pelo Gama em 2001 e no ano passado. Para superar o trauma, uma das táticas utilizadas foi enfraquecer o adversário contratando sua base vitoriosa. Dos 27 jogadores do elenco, dez já vestiram a camisa do Gama – o maior detentor de títulos metropolitanos: dez.  O lateral-esquerdo Rochinha e o atacante Abimael, vindos do Gama; e o meia Nélio, emprestado junto ao Flamengo; são algumas das 13 novidades do Jacaré. 

2003 - Em duas temporadas e meia de existência, o emergente Brasiliense já foi capaz de conquistar um vice-campeonato da prestigiada Copa do Brasil e uma cobiçada vaga na segunda divisão do Campeonato Brasileiro, ambos no ano passado. O atual campeão da terceirona, porém, ainda persegue o título local. Depois de dois fracassos, com o vice em 2001 e o terceiro lugar em 2002, o inédito troféu candango na galeria do clube-empresa é uma questão de honra.

 A cautela, porém, fica de fora do dicionário do mais famoso jogador do Brasiliense. Artilheiro e campeão da Série C, com 11 gols, ao lado do companheiro Wellington Dias, o atacante Túlio, ex-Botafogo, canta vitória muito antes da hora. ‘‘Vamos ser artilheiros e campeões, se possível invictos. Tem que ter confiança. O homem é aquilo que pensa’’, avisa, bem humorado.

2002-  De volta do Santos, o atacante Weldon, artilheiro do torneio candango no ano passado pelo próprio Brasiliense, com 13 gols, e o meia Gil Baiano (ex-Caxias) são as grandes novidades. Outro destaque é Wellington Dias. O técnico é Pericles Chamusca. Donizete; Carioca, Aldo, Leonardo e Marcelo; Evandro, Xavier, Maurício e Wellington Dias; Weldon e Valdeir.

2001 - Com 14 contratações, o time do ex-senador Luiz Estevão em nada lembra a equipe que conquistou o título da Segundona em 2000. “O elenco antigo era todo emprestado”, afirma o técnico do Brasiliense, Joãozinho, justificando a reformulação da equipe. Agora, o treinador conta com atletas experientes com passagens por alguns dos principais clubes do país, como Botafogo, Santos, Internacional e Vasco. Equipe-Base: Alex, Wellington, Elson, Alan, Juninho, Batista, Sidney, Otávio, Gustavo, Rodrigo e Ciro. Técnico: Joãozinho

H - O novato Brasiliense é um time capaz de chamar a atenção desde a criação, em agosto de 2000.  Apesar de bem-sucedido na sua curta duração, com a conquista da segunda divisão estadual de 2000 e o vice estadual de 2001, o Brasiliense é conhecido nacionalmente por ter o senador cassado e empresário Luiz Estevão como sócio, presidente e fundador. Dono de uma das maiores fortunas do Distrito Federal, Luiz Estevão perdeu o mandato de senador no ano passado por envolvimento com o desvio de R$ 169 milhões na inacabada obra do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo, participação da qual é investigado até hoje.
      O clube manda os jogos no Serejão, que estava interditado para jogos profissionais desde 1999. Para isso, o estádio público de Taguatinga foi  totalmente reformado, do estacionamento ao campo de treinamento, às custas do próprio ex-senador. O nome do estádio foi trocado para Arena Brasiliense. O Grupo Ok teria gasto R$ 600 mil.  Além do Brasiliense, Estevão está investindo em outros três times - o Ceilandense, o Brazlândia e o Samambaia. Ele é dono do passe de vinte jogadores, todos de outros estados. O Brasiliense tem inclusive uma parceria com o Flamengo do Rio que permitiu inclusive que o clube de Brasília contasse com Iranildo no estadual de 2001 quando o clube conquistou o vice-campeonato. O Brasiliense parece destinado a conquistar um lugar de destaque no futebol candango.

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Escudo 2001

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Escudo 2000

 

Nacionais

Série C em 2001 e Copa Centro-Oeste,   Copa do Brasil e Série C em 2002
Em 2003, Série B. Em 2004, Série B e Copa do Brasil. Em 2005, Série A e Copa do Brasil

 

estaduais

2001 a 2005(Primeira Divisão) e 2000(Segunda Divisão)

 

noticias

Correio Braziliense

Estádio Serejão - Taguatinga
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Foto: Jornal de Brasília

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