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2004
- Sexto colocado em 2003, o Brazlândia aposta num técnico vitorioso no passado, o uruguaio Roberto Delgado – comandante do falido Tiradentes no título de 1988 – para repetir a temporada 2001, quando incomodou os grandes e ficou em terceiro.
O treinador confiou na amizade com o ex-ponta e hoje empresário Jairzinho, o Furacão da Copa de 70, para reforçar o time. "Ele mandou o Toró (lateral) e o Robson (zagueiro), mas também temos reforços do futebol paulista e cearense." O mais conhecido é o volante paulista Cerezo, 32 anos, reserva do Santos no vice-campeonato de 1995.
2003 -
Dentro de campo, o Brazlândia tem do que se orgulhar na gestão Moacir Ruthes. Apesar da
confusa tomada do poder, em 2000, o cartola conseguiu levar o time a sua melhor campanha
no Campeonato Brasiliense, o terceiro lugar em 2001. Chegou, ainda, ao sexto lugar no ano
passado, depois de amargar algumas rodadas na lanterna. Nos bastidores, porém, a
situação do clube, criado em 1995, é crítica. Com o fim do subsídio do Governo do
Distrito Federal ao futebol candango, a crônica crise financeira se agravou. O
Brazlândia, que já tinha a péssima fama de pior pagador do futebol candango, ainda deve
três meses de salários de 2002 e não tem dinheiro sequer para a folha de fevereiro. Com
a falta de grana, o time já estréia no Campeonato Brasiliense ameaçado pelo fantasma do
rebaixamento. Dos poucos reforços, o mais conhecido é o zagueiro
Sílvio, ex-Gama, Minaçu-GO e Grêmio Inhumense-GO. Sem dinheiro, Ruthes aposta na
parceria com o amador Jaguar, a qual rendeu o vice-campeonato candango de juniores no ano
passado. O parceiro cedeu sete jogadores agora: os goleiros Fábio e Leandro, o zagueiro
Nei, os meias Júnior e Fábio Moura e os atacantes Edinho e Paulo Sá.
2002- Sensação do
Brasiliense de 2001, o Brazlândia, já como clube-empresa, manteve o técnico Eurípedes
Bueno à frente da equipe, que mescla veteranos e jogadores jovens. Candidato forte a uma
vaga no hexagonal. Destaque para o jogador Bilzão. Ronaldão; Rick, Jânio, Amaral
e Jadison; Bilzão, Marcos Antônio, Flávio Katioco e Júlio César; Edinho e Neto.
Técnico: Eurípedes Bueno
2001 - A mistura de jovens e veteranos é a fórmula do Brazlândia
para uma boa campanha no Campeonato Brasiliense 2001. Jogadores experientes, como o
meia-esquerda Duílio, ex-Bandeirante, o zagueiro Dias, ex-Brasília, e Evilásio, que no
ano passado foi vice-campeão com o Bandeirante, se juntaram às crias da
casa. O principal destaque entre os garotos formados nas categorias de base é o
meia Didão, de 19 anos. Equipe-Base: Ronaldão, Fabrício, Bilzão, Amaral e Dias;
Evilásio, Dodô, Jáberson e Keba; Tito e Dé. Técnico:Eurípedes Bueno.
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