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2005
Em 2004, o Guará lutou para não cair, e pretende evitar a queda novamente.
A novidade é o técnico Risada, campeão da segunda divisão
do brasiliense em 2004 pelo Paranoá.
2004
O Guará importou a comissão técnica e oito jogadores do Paranoá, vice-campeão brasiliense da Divisão de Acesso, com a esperança de virar celebridade no Campeonato Brasiliense de 2004. Sob a gestão de Fábio Simão, ex-braço direito do presidente do Brasiliense, Luiz Estevão, o Lobo foi um dos primeiros clubes a iniciar os treinamentos, ainda em dezembro do ano passado, em dois períodos.
O atacante André, de 24 anos, por exemplo, veio do Inter de Bebedouro, interior de São Paulo, enquanto que o volante Fernando, de 30 anos, estava no XV de Novembro.
2003
- O grande reforço, por enquanto, está fora de campo. O presidente Divino
Alves, presidente do PMDB local, levou o amigo e eminência parda peemedebista Fábio
Simão, ex-sócio e braço direito de Luiz Estevão no Brasiliense, para o posto de
diretor de futebol. O cartola foi um dos criadores do emergente clube-empresa até a
saída, em 2001, depois de uma briga por divergências políticas. Não tinha
sentido voltar para lá. O Brasiliense é um time consolidado até com carreira
internacional. Sou um homem de planície, alega Simão, que até hoje nega a
briga com o ex-chefão. Os objetivos do Guará são voltar a figurar entre os
quatro primeiros no Campeonato Brasiliense, o que não aconteceu nos últimos três anos,
e tentar uma vaga na Série C do Campeonato Brasileiro. Vamos assustar os
grandes, promete Divino Alves. O trabalho será melhor no ano que
vem. Estamos entrando num time dez dias antes da competição, ressalta
Simão.
2002 - O Guará, comandando por Déo de Carvalho,
jogou já com seus reforços para 2002: o goleiro Alexandre, os zagueiros Júnior e
Ricardo, os meias Mariozan e André, além do lateral-esquerdo Edinho, todos com passagens
por bons times do DF. Time base: Alexandre; Estevão, Ricardo, Júnior e Fernando; Edinho,
Alysson, Marquinhos Brazlândia, Vagner, Mario Zan e André. Técnico: Déo de Carvalho
2001 - Depois de escapar, por pouco, do vexame do
rebaixamento no ano passado, o mais antigo clube em atividade que participa do Campeonato
Brasiliense, o simpático Guará, trocou de pele e de toca para lutar por seu segundo
título candango,
Sete jogadores, o técnico Remo e até o preparador físico Maranhão
participaram do time do Dom Pedro II, que chegou em quarto lugar no ano passado. O goleiro
Osmair, os laterais Fabinho e Luís Carlos, o zagueiro Binha e os meias Flávio Katioco e
Welmo atuaram na boa campanha do time dos bombeiros, enquanto o zagueiro Paulo César saiu
no começo da competição, rumo ao Náutico. Equipe Base Glédson, Fabinho, Binha, Paulo
César, Luiz Carlos, Welmo, Asterson, Flávio Katioco, Ivo, Mazinho e Rincón.
Técnico:Remo
H - O C.R.Guará foi fundado em 09 de janeiro de
1957 por um grupo de servidores do extinto Departamento de Topografia Urbana, órgão
responsável pelas medições da futura capital federal. Entre eles estava Oswaldo Cruz
Vieira, o Oswaldão, primeiro presidente do clube. Oswaldão, corintiano roxo, escolheu as
cores preta e branca para o clube recém criado, além de adotar um distintivo semelhante
ao do clube paulista. O primeiro grande feito do C.R.Guará foi o vice-campeonato de 1960.
Depois de altos e baixos o C.R. Guará ficou durante algum tempo sem atividades
esportivas. Nos meados da década de 70 o Humaitá e o Corinthians, clubes amadores da
então recente cidade-satélite do Guará se uniram e resolveram continuar o legado do
saudoso Oswaldão, instalando na nossa cidade o clube fundado pelo "candango".
No início da década de 90 a cor amarela juntou-se às cores preta e branca e completou o
pavilhão atual do clube. O Guará manda seus jogos no estádio do CAVE, que possui
capacidade para 5000 torcedores, e que fica localizado na área da Administração
Regional do Guará. O símbolo do clube é o Lobo-Guará, animal que era abundante em
Brasília na época de sua fundação e que batizou o mais antigo clube de futebol do
Distrito Federal. O principal feito do clube foi o campeonato brasiliense de 1996, quando
o Guará foi campeão derrotando duas vezes a equipe do Gama. No primeiro jogo, no campo
do adversário, o Lobo venceu por 1 a 0. No jogo da volta um público de pelo menos 5000
torcedores viu o Guará derrotar seu rival por 3 a 1 e conquistar o título inédito.
Merece registro, também, o tricampeonato de juniores de 90/91/92.
(texto extraído do site da Torcida do Guará)
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