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2005
Entre as novidades, Adrianinho, que já jogou nos
Emirados Árabes.
2004
De volta à Primeira Divisão após a conquista da Série B local, no ano passado, o Sobradinho confia na experiência do técnico Bugue, que já dirigiu o clube em 1985, e na habilidade do meia Luciano, para fazer bonito em 2004. O maior problema, porém, é o desentrosamento. Foram 11 contratações, e o time será montado durante a competição.
2003
- Sobradinho rebaixado
A apaixonada torcida de Sobradinho experimentou o calvário este ano. Depois de
sofrer com os vexames do clube da cidade no Campeonato Brasiliense entre eles a
massacrante goleada por 10 x 1 do CFZ e o cai-cai na derrota por 4 x 0 para o Gama
teve de engolir o rebaixamento do alvinegro à segunda divisão. Uma mácula na história
do clube, com 28 anos de existência.
A vergonha foi maior porque o Sobradinho nem mesmo encerrou sua participação
no campeonato. Foi excluído da competição pelo Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) a
uma rodada do final da fase classificatória, justamente por ter protagonizado o cai-cai
no Bezerrão. Pelo mesmo motivo, o presidente do clube, Manoel Esperidião, o Manoelzinho,
foi banido do futebol, fato inédito no Distrito Federal. O recurso contra a decisão no
tapetão deve ser julgado em três semanas.
A queda melancólica confirma a curva descendente dos clubes mais antigos,
alguns tradicionais, do futebol candango. As derrocadas mais expressivas foram as do
Taguatinga e do Brasília. Juntos, faturaram 13 dos 27 títulos candangos. Com oito
conquistas, o Brasília aparece em segundo lugar no ranking dos campeões, atrás apenas
do Gama, com nove. Já o Taguatinga fica com a terceira colocação, com cinco. O
Sobradinho vem em quarto, com o bicampeonato 1985/86.
Com 27 anos, o Brasília tentou se reerguer depois de duas quedas. Foi
rebaixado em 2001 e conseguiu o acesso no mesmo ano (a segunda divisão é disputada no
segundo semestre), sob o vexame de se sujeitar a ser o laboratório de juniores do
arqui-rival Gama. Porém, em 2002, o Colorado caiu de novo e não conseguiu voltar. O
Taguatinga, por sua vez, está sepultado desde 1999, quando caiu pela segunda vez.
Restou apenas a lembrança.
Outro campeão que saiu do mapa foi o Tiradentes, vencedor em 1988. Depois de
mudar de nome para Flamengo-DF e se licenciar, disputou sem sucesso a segundona duas
vezes, em 2000 e 2001, até entregar os pontos no ano passado e sair do mapa novamente. No
bloco da velha guarda que amarga o ostracismo está o sem-título Ceilandense, com 25 anos
de existência e rebaixado em 1999; além do extinto Planaltina, fundado em 1963 e que
caiu em 1998.
Uma prova de que os antigões estão na berlinda é o campeonato deste ano.
Dos 12 participantes, apenas quatro têm mais de dez anos de existência: Guará (46
anos), Sobradinho (28), Gama (27) e Ceilândia (24).
A situação do Sobradinho é lamentada pela dupla Michael Bastos e Toni Matos,
bicampeões pelo clube como jogadores e que dirigiram o alvinegro entre janeiro de 2001 e
maio de 2002. Os dois deixaram a direção alegando fortes pressões de torcedores e de
Manoelzinho, interessado em reassumir o controle.
A gente queria fazer um trabalho a longo prazo, mas o pessoal
exigia resultados imediatos. Fico triste com o que está acontecendo, conta
Toni Matos, que tem medo de o Sobradinho virar um Taguatinga. Acho que se não
for feito um trabalho sério o clube corre esse risco sim. O
Taguatinga só tinha o Froylan (Froylan Pinto, ex-mandachuva do clube). Aqui as pessoas
têm amor pelo Sobradinho. A cidade não vai deixar o time acabar, contesta
Michael.
Sob o comando de Michael e Toni, o alvinegro terminou o campeonato de 2001 em
quinto lugar entre os dez participantes, mas em 2002 quase foi rebaixado, escapando da
degola na última rodada. Foi o ensaio para o desastre deste ano.
2003 - Com Manoel Esperidião, o Manoelzinho, na presidência e com o meia Zé
Molambo como destaque, o time da Serra quer esquecer o desempenho ruim do ano passado
(nono lugar). Para isso, a diretoria montou um time com muitos juniores e jogadores
recém-profissionalizados. Reforçam a equipe exatamente oito atletas que
venceram a Copa Peladão, competição amadora do Distrito Federal, no segundo semestre do
ano passado, com o time do Santo Antônio, também de Sobradinho. O grupo campeão ganhou
um carro e colocou em pauta pelo menos um atleta que estava afastado há dois anos dos
campos do Distrito Federal: o meia-atacante Zé Molambo. O cara é
craque, assegura o presidente Manoelzinho.
Julho 2002 No dia 31 de julho, tomou posse a
nova diretoria do Sobradinho, para o biênio 2002/2003, tendo como presidente o
desportistas Manoel Esperidião, o Manoelzinho, que já dirigiu o clube em outras
temporadas. O Sobradinho pretende aproveitar uma base local e trazer de forasomente quatro
ou cinco jogadores para posições mais carentes.
2002 - O Sobradinho importou a comissão técnica.
Trouxe o ex-goleiro do Cruzeiro Wellington Farjá para comandar o time e o ex-meia do
Corinthians Adil para coordenar o time. Pode chegar ao hexagonal. Time base: França
(Osmair); Tobbi, Viana, Anselmo, Reinaldo, Xen, Cleidir, Adonias e Charlan; Denilson e
Maycon. Técnico: Wellington Farjá
2001 - O Sobradinho teve uma preparação mais
longa que a maioria dos outros times que disputarão o campeonato brasiliense 2001. A
equipe aposta no conjunto e no bom entrosamento. O time está muito organizado: se
perder, perde só para o Gama, afirma o presidente do clube, Michael Bastos. O
Sobradinho fechou para esta temporada contratos de patrocínio com a Drogaria Rosário e o
Café Bagdáque garantem ao clube R$ 5 mil mensais.Equipe Base: França, Douglas, Viana,
Guilherme, Da Silva, Edílson, Palhinha, Beuver, Max, Vinícius e Renato. Técnico: Souza
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