Arquivo de Clubes >> Estados >> Distrito Federal >> Sobradinho Esporte Clube

 

Sobradinho Esporte Clube

sobradinho.jpg (17633 bytes)

Fundação 01 de Janeiro de 1975
Endereço Área Especial 1 Setor das Industrias de Sobradinho - Sala 208
CEP 73020-050 Sobradinho/DF Tel. (61) 223 5066 e 387 9969

Estádio Agostinho Lima - 20000 -
Uniforme Camisa listrada preta e branca, calção preto e meias pretas
Títulos Campeao do Distrito Federal 1985/86 e da Segunda Divisão Estadual 2003
Internet http://www.geocities.com/colosseum/ring/7782 http://geocities.yahoo.com.br/racaalvinegra/
Sobradinho

2005 Entre as novidades, Adrianinho, que já jogou nos Emirados Árabes.

2004
De volta à Primeira Divisão após a conquista da Série B local, no ano passado, o Sobradinho confia na experiência do técnico Bugue, que já dirigiu o clube em 1985, e na habilidade do meia Luciano, para fazer bonito em 2004. O maior problema, porém, é o desentrosamento. Foram 11 contratações, e o time será montado durante a competição.

2003 - Sobradinho rebaixado

A apaixonada torcida de Sobradinho experimentou o calvário este ano. Depois de sofrer com os vexames do clube da cidade no Campeonato Brasiliense — entre eles a massacrante goleada por 10 x 1 do CFZ e o cai-cai na derrota por 4 x 0 para o Gama — teve de engolir o rebaixamento do alvinegro à segunda divisão. Uma mácula na história do clube, com 28 anos de existência.

  A vergonha foi maior porque o Sobradinho nem mesmo encerrou sua participação no campeonato. Foi excluído da competição pelo Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) a uma rodada do final da fase classificatória, justamente por ter protagonizado o cai-cai no Bezerrão. Pelo mesmo motivo, o presidente do clube, Manoel Esperidião, o Manoelzinho, foi banido do futebol, fato inédito no Distrito Federal. O recurso contra a decisão no tapetão deve ser julgado em três semanas.

  A queda melancólica confirma a curva descendente dos clubes mais antigos, alguns tradicionais, do futebol candango. As derrocadas mais expressivas foram as do Taguatinga e do Brasília. Juntos, faturaram 13 dos 27 títulos candangos. Com oito conquistas, o Brasília aparece em segundo lugar no ranking dos campeões, atrás apenas do Gama, com nove. Já o Taguatinga fica com a terceira colocação, com cinco. O Sobradinho vem em quarto, com o bicampeonato 1985/86.

  Com 27 anos, o Brasília tentou se reerguer depois de duas quedas. Foi rebaixado em 2001 e conseguiu o acesso no mesmo ano (a segunda divisão é disputada no segundo semestre), sob o vexame de se sujeitar a ser o laboratório de juniores do arqui-rival Gama. Porém, em 2002, o Colorado caiu de novo e não conseguiu voltar. O Taguatinga, por sua vez, está sepultado desde 1999, quando caiu pela  segunda vez. Restou apenas a lembrança.

  Outro campeão que saiu do mapa foi o Tiradentes, vencedor em 1988. Depois de mudar de nome para Flamengo-DF e se licenciar, disputou sem sucesso a segundona duas vezes, em 2000 e 2001, até entregar os pontos no ano passado e sair do mapa novamente. No bloco da velha guarda que amarga o ostracismo está o sem-título Ceilandense, com 25 anos de existência e rebaixado em 1999; além do extinto Planaltina, fundado em 1963 e que caiu em 1998.

  Uma prova de que os antigões estão na berlinda é o campeonato deste ano. Dos 12 participantes, apenas quatro têm mais de dez anos de existência: Guará (46 anos), Sobradinho (28), Gama (27) e Ceilândia (24).

A situação do Sobradinho é lamentada pela dupla Michael Bastos e Toni Matos, bicampeões pelo clube como jogadores e que dirigiram o alvinegro entre janeiro de 2001 e maio de 2002. Os dois deixaram a direção alegando fortes pressões de torcedores e de Manoelzinho, interessado em reassumir o controle.

  ‘‘A gente queria fazer um trabalho a longo prazo, mas o pessoal exigia resultados imediatos. Fico triste com o que está acontecendo’’, conta Toni Matos, que tem medo de o Sobradinho virar um Taguatinga. ‘‘Acho que se não for feito um trabalho sério o clube corre esse risco sim.’’ ‘‘O Taguatinga só tinha o Froylan (Froylan Pinto, ex-mandachuva do clube). Aqui as pessoas têm amor pelo Sobradinho. A cidade não vai deixar o time acabar’’, contesta Michael.

  Sob o comando de Michael e Toni, o alvinegro terminou o campeonato de 2001 em quinto lugar entre os dez participantes, mas em 2002 quase foi rebaixado, escapando da degola na última rodada. Foi o ensaio para o desastre deste ano.




2003 -
Com Manoel Esperidião, o Manoelzinho, na presidência e com o meia Zé Molambo como destaque, o time da Serra quer esquecer o desempenho ruim do ano passado (nono lugar). Para isso, a diretoria montou um time com muitos juniores e jogadores recém-profissionalizados.   Reforçam a equipe exatamente oito atletas que venceram a Copa Peladão, competição amadora do Distrito Federal, no segundo semestre do ano passado, com o time do Santo Antônio, também de Sobradinho. O grupo campeão ganhou um carro e colocou em pauta pelo menos um atleta que estava afastado há dois anos dos campos do Distrito Federal: o meia-atacante Zé Molambo. ‘‘O cara é craque’’, assegura o presidente Manoelzinho.

Julho 2002 No dia 31 de julho,  tomou posse a nova diretoria do Sobradinho, para o biênio 2002/2003, tendo como presidente o desportistas Manoel Esperidião, o Manoelzinho, que já dirigiu o clube em outras temporadas. O Sobradinho pretende aproveitar uma base local e trazer de forasomente quatro ou cinco jogadores para posições mais carentes.

2002 - O Sobradinho importou a comissão técnica. Trouxe o ex-goleiro do Cruzeiro Wellington Farjá para comandar o time e o ex-meia do Corinthians Adil para coordenar o time. Pode chegar ao hexagonal. Time base: França (Osmair); Tobbi, Viana, Anselmo, Reinaldo, Xen, Cleidir, Adonias e Charlan; Denilson e Maycon. Técnico: Wellington Farjá

2001 - O Sobradinho teve uma preparação mais longa que a maioria dos outros times que disputarão o campeonato brasiliense 2001. A equipe aposta no conjunto e no bom entrosamento. “O time está muito organizado: se perder, perde só para o Gama”, afirma o presidente do clube, Michael Bastos. O Sobradinho fechou para esta temporada contratos de patrocínio com a Drogaria Rosário e o Café Bagdáque garantem ao clube R$ 5 mil mensais.Equipe Base: França, Douglas, Viana, Guilherme, Da Silva, Edílson, Palhinha, Beuver, Max, Vinícius e Renato. Técnico: Souza

 

Nacionais

1986 - Campeonato Brasileiro - 34. Colocado

Participou ainda da Taça de Prata 1985, da Segunda Divisão 89 e da Terceira Divisão 87

 

estaduais

  A partir de 2001:
Primeira Divisão: 2001 a 2005
Segunda Divisão: 2003

* - Desde 2000, o regulamento do campeonato permite que um clube rebaixado na Primeira Divisão dispute a Segunda Divisão do mesmo ano

 

noticias

Correio Braziliense

time2000.jpg (22366 bytes)
Foto:Jornal de Brasília

b_info.jpg (7363 bytes)