
Escudo usado até 1999 |
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2004 -
A Desportiva tem como treinador Marcos Nunes. Entre
os reforços: volante Carlos André – ex-Cachoeiro e Rio
Branco, o volante argentino Andrés Puig, o lateral-direito
Barão e o atacante Lelo, todos em condições de jogo.
2003 - A Desportiva
Capixaba é um time de experiência em competições nacionais, e já obtém vários
títulos capixabas. Mas, no ano de 2001 a equipe Grená decepcionou e acabou rebaixando da
2ª para a 3ª divisão nacional. No entanto, o clube tem boas chances de vencer o
capixabão 2002. Fernando
2002 - A Desportiva
Capixaba é um time de experiência em competições nacionais, e já obtém vários
títulos capixabas. Mas, no ano de 2001 a equipe Grená decepcionou e acabou rebaixando da
2ª para a 3ª divisão nacional. No entanto, o clube tem boas chances de vencer o
capixabão 2002. Fernando Nascimento é o técnico. Ele sempre foi treinador das
categorias de base e conhece na palma da mão o jovem elenco que a Desportiva quer formar.
O destaque é o volante Leo Gonçalves.
2001 A
base do time continua sendo caseira, à exceção do lateral Mozart e do zagueiro Pinheiro
contratados para esta temporada, por indicação do treinador Marcos Nunes. Uma das
atrações do time é o meia André, de apenas 17 anos, que começa o Estadual como
titular absoluto. Merivaldo; Mozart, Pinheiro, Felipe e Douglas; Léo Gonçalves, Luciano,
Andrade e André; Fayoli (Sharlei) e Nando Técnico:Marcos Nunes
H O clube nasceu Associação Desportiva Ferroviária Vale do Rio
Doce, em 17de junho de 1963, como resultado da fusão de Vale do Rio Doce, Ferroviário,
Cauê, Guarany, Valeriodoce e Cruzeiro, todos formados por ferroviários da Companhia Vale
do Rio Doce.Foi a própria diretoria da empresa que tomou a iniciativa de fomentar a
união, pois seus funcionários viviam à porta dos diretores pedindo ajuda para os cinco
clubes isoladamente. Para incentivar a união, a companhia prometeu e depois
cumpriu construir um estádio e doá-lo ao novo clube. Assim, surgiu o Estádio
Engenheiro Araripe, em Jardim América, Cariacica (ES), hoje com capacidade para 25 mil
torcedores. Durante muitos anos, a Desportiva foi o primo-rico do futebol capixaba, pois
além do patrimônio doado, a Vale do Rio Doce ainda pagava todas as despesas do estádio
e descontava na folha de pagamento de milhares de ferroviários as mensalidades para o
clube.Como resultado, a Desportiva passou a ser um páreo duro para o antigo papa-títulos
capixaba, o Rio Branco, e conquistou a maioria dos campeonatos disputados nas últimas
quatro décadas no Espírito Santo, ao contrário do seu maior rival, que foi definhando a
cada ano.
Em 1973, a Desportiva estreou no Campeonato Brasileiro e, para atrair o público,
contratou o folclórico Fio Maravilha, já em final de carreira. Desde aquele ano, o clube
nunca mais deixou de disputar a competição nacional. Teve sempre uma participação
modesta, tendo como melhor melhor resultado, o décimo quinto lugar no Brasileirão de 80.
Quando o Brasileiro foi dividido em Séries A e B, o representante capixaba acabou na
Série B e duas vezes esteve perto de voltar à elite: em 1994, eliminado nas semifinais
pelo Goiás, e em 1998, quando foi ao quadrangular, mas acabou superado por Gama e
Botafogo-SP. Participou da 1ª divisão do Brasileiro desde a sua fundação até hoje,
durante 15 anos, de modo aleatório, sua melhor colocação foi um 15º Lugar, com o
campeonato de 80 times.
A história do clube começou a mudar quando a Vale do Rio Doce foi privatizada em 1996
e resolveu não apenas retirar todo o apoio como cobrar pelo estádio. Foi uma longa
disputa, que envolveu mobilização de lideranças políticas, até que a empresa resolveu
doar definitivamente o Engenheiro Araripe para a Desportiva. Andando com as próprias
pernas, o clube teve trajetória trôpega e nos últimos anos viu o título estadual ir
para outros clubes e foi rebaixada para a terceira divisão n Brasileiro. No Campeonato
Capixaba deste ano, esteve bom tempo entre os últimos colocados. Nos seus 35 anos de
história, a Desportiva sempre revelou bons jogadores nas suas divisões de base. As duas
principais revelações do grená já vestiram a camisa da Seleção Brasileira: o meia
Geovani e o ponta-esquerda Sávio. Ambos começaram nas escolinhas do clube de Jardim
América. Geovani nasceu em Cariacica, pertinho da sede do Desportiva e foi lançado aos
16 anos no time profissional. É o maior ídolo da história do clube. Sávio deixou a
Desportiva mais cedo, aos 14 anos, indo para o Flamengo, onde projetou-se a ponto de
chegar à Seleção Brasileira. Há dois anos, transferiu-se para o futebol europeu. Em
maio de 99 após longas negociações, a tradicional Desportiva Ferroviária anunciou o
início de uma nova fase em sua história: a de clube-empresa, conforme a Lei Pelé,
vendendo 51% de suas ações para o grupo Frannel, de derivados de petróleo, e passando a
chamar-se Desportiva Capixaba S.A. Marcelo Villaforte, dona da Frannel, é o homem forte
do clube.
História
Uma proposta ousada no lixo
A Desportiva Capixaba foi criada em maio de 99 cercada de expectativas. Era o primeiro
clube-empresa do Estado. O grupo majoritário (51%) era a Frannel Distribuidora de
Combustível. A Desportiva Ferroviária ficou com 49%. Entre as promessas estava a de
montar uma estrutura capaz de colocar o clube na elite do futebol brasileiro. Mas os
problemas começaram quando a Frannel saiu e o grupo Villa-Forte assumiu. O clube foi
campeão estadual em 2000, mas sofreu dois rebaixamentos na Série B do Brasileiro.
Adaptado de textos da Gazeta e Lancenet |