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2004 O
Vilavelhense, de Arnaldo Traspadini, aposta no mesmo grupo que
levou a equipe à primeira divisão. Novidades no grupo, só o
zagueiro Bruno, o lateral Gilmar e o meia Pacholinha.
2003 O
Vilavelhense vinha disputando o capixabão com a inscricão do Tupy. Depois do fim do
Estadual 2002, os dirigentes do Tupy e do Vilavelhense romperam relações e o Tupy ficou
com a vaga na Primeira Divisão. Ao Vilavelhense restou apenas voltar a disputar a Segunda
Divisão Capixaba desta vez com inscrição própria.
2002 - Clube promete surpreender.
Contratou o artilheiro do Serra na Série B, Índio e ainda tem Lira, ex-Fluminense,
Goiás, Vasco e Grêmio e o Geovani, ex-Vasco e Seleção Brasileira. Sebastião Rocha,
ex-técnico do Flamengo, é um dos diretores do clube. O técnico é Jorginho Namorador.
Cláudio Márcio; Polaco, Luciano, Arildo Peçanha e Lira; Juninho, Richard, Peu (Flávio)
e Geovani; Índio e Evilmar.
2001 -O Vilavelhense investiu pesado.
Contratou jogadores do quilate de Geovani, ex-Vasco e Seleção Brasileira, Lira, ex-Vasco
e Fluminense, e Juninho, ex-Desportiva. O investimento foi recompensado com a excelente
campanha e a classificação para a primeira divisão estadual. Desde 1969, Vila Velha
não tinha um representante no campeonato. O último fora o Atlético. Desde então, o
futebol vilavelhense se resumira ao amadorismo e à Segunda Divisão. Mas, neste ano,
finalmente com o Vilavelhense, Vila Velha está de volta à Primeira Divisão
Vilavelhense ou Tupy? Eis a questão
Rogério Pedrini, presidente do Esporte Clube Tupy, não está nada satisfeito com os
dirigentes do Vilavelhense, que vai representar Vila Velha no campeonato da Primeira
Divisão capixaba. Segundo Pedrini, quem está inscrito na Federação é o seu Tupy e que
Vilavelhense é um nome fantasia. Garante que qualquer documento oficial tem de ter a sua
assinatura porque tudo tem de ser em nome do Tupy.
Mas, a bronca maior do Rogério é porque o Vilavelhense indicou o Estádio do Sesi de
Araçás para os seus jogos no campeonato, tirando-os do campo do Tupy, no bairro da Toca,
onde teve o mando de campo na segundona.Ele acha isto uma falta de consideração:
"Estão cuspindo no prato que comeram", protesta.
Segundo ele, os dirigentes do Vilavelhense reclamaram bastante das condições do campo do
Tupy. Rogério considera isto outra injustiça e argumenta: "O Vilavelhense jogou
cinco partidas em nosso campo, ganhou quatro e empatou uma e só perdeu quando jogou fora.
Então não podem usar o argumento de que o nosso campo é ruim. Ruim devem ser os campos
onde perderam".
Rogério não sabe precisar até quando esta parceria curiosa vai durar. Mas, enquanto
durar, ele deseja que seja harmoniosa. Para isto acontecer ele acha muito simples: basta
os responsáveis pelo Vilavelhense não esquecerem que o Vilavelhense é o Tupy.
Textos redigidos a partir de notícias publicadas no jornal "A Gazeta"

2001 a 2004
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