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Americano Futebol Clube

americano.jpg (15903 bytes) Fundação 15 Novembro 1978
Endereço Rua Jorge José de Mendonça 863 Centro
CEP 65700-000 Bacabal/MA Tel. (99) 6211443

Estádio : José Luís Correa(Correão) - 12000 -
Uniforme: Camisa vermelha com detalhes azuis, calção branco e meias vermelhas
Americano

2005 De Bacabal, vem o Americano, que volta a disputar a Primeira Divisão três anos depois.  Mas essa volta pouco tem a ver com a cidade no qual foi fundado. Na verdade, o time virou um clube de empresários e o último objetivo da equipe será conquistar a competição. O principal objetivo mesmo é revelar jogadores para depois vendê-los para outros estados e até países.  O maior exemplo está na equipe que vem treinando. Do time titular, somente quatro já atuaram pelo futebol profissional: o zagueiro Gabriel, de 27 anos (ex-Moto), o volante Beto, de 23 anos (ex-Boa Vontade), e os meias Edivaldo, de 19 anos (ex-Viana) e Galdêncio, de 23 anos (ex-Viana). Todos os outros, que não passam dos 20 anos de idade, vão para a sua primeira competição profissional. 
No total, o elenco do Americano é composto de 26 jogadores, sendo seis são de Bacabal. O restante é de São Luís, cidade que a equipe treina, mas não realiza os seus jogos, pois as partidas serão no Estádio Correão. Adriano; Careca, Gabriel, Hans Muller e Cleyton; Beto, Edivaldo, Galdêncio e Heldon; Di Marcos e Vanderlei Técnico: Joãozinho Nery


2002 -
AMERICANO futebol clube
O Americano foi transferido de Bacabal para Lago da Pedra, porque o time será patrocinado pela prefeitura da cidade. O grupo foi formado recentemente. A base é constituída por 14 atletas de Lago da Pedra e seis de Bacabal. O time treina no mesmo local onde serão realizados os seus jogos na competição, no Estádio Waldizão. O treinador do Americano é Pedro, que dirigia as escolinhas de futebol em Lago da Pedra, embora seja de Bacabal.
Cores: vermelho, azul e branco

H - Durante a CPI do Futebol da Cãmara, o Americano esteve sob os holofotes das investigações.  O Maranhão era acusado de abrigar a maior fábrica de "gatos" do país.  Foi averigüado que o Americano de Bacabal negociara de 1995 a 2000 anos mais de 100 jogadores para o exterior e que não participaria do campeonato de 2001 por estar sem dinheiro. A CPI alegou que o Americano seria usado por empresários para facilitar as falsicações de identidade O dirigente do Americano, Sr. Clóvis Dias, negou as acusações.

Texto adaptado de reportagens publicadas pelo Estado de São Paulo em 2001

 

Nacionais

Nenhuma

 

estaduais

A partir de 1992: 1993, 1996, 1998 a 2000 e 2005

 

noticias

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