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2005 -
Os 20 jogadores foram contratados pelo Mixto, sendo
que 13 vieram de outros Estados. O técnico é Elzo Coelho. A
despesa estimada, por mês, é de R$ 60 mil a R$70 mil. O
clube fez uma parceria com o Iraty. De lá, vieram nove
jogadores, sendo o goleiro Wagner, o ala-direita Éverson, o
zagueiro central Roberto, o 4º zagueiro Pedro Rocha, o
ala-esquerda Neto, os volantes Russo e Alessandro, os
meio-campistas Carlópolis e Douglas e o atacante Bruno. Do
Paraná, recebeu o reforço do goleiro Maycon; do Sport o 4º
zagueiro Claudinei e de São Paulo o atacante Wellington. Sete
jogadores já são conhecidos nos campeonatos estaduais e
disputaram a temporada de 2004 pelo Clube, sendo o zagueiro
central Gera, o volante Clebinho, os meio-campistas Birinha,
Clayson, Silvano e os atacantes André e Márcio. O clube está
também investindo em estruturação. As obras do Centro de
Treinamento do Mixto devem começar ainda neste primeiro
semestre. Enquanto o CT do Mixto não saiu, o clube está
utilizando o Centro de Treinamento da Brasil Central. O time já
tem três empresários parceiros para a construção do CT,
sendo que cada um selou o compromisso de investir R$ 100 mil
cada.
2004 -
Do lado do Mixto, por exemplo, para chegar a formação ideal o técnico Elzo Coelho fez um "remendo" com veteranos como o meia Iúca, o atacante Niltinho Goiano e os volantes Chicão e Cícero, além do zagueiro Márcio.
Mixto - Daniel; Babalu, Marcão, Márcio e Jocimar; Chicão, Cícero, Casinha e Iúca; Márcio ou Rincon Baiano e Niltinho Goiano. Técnico: Elzo Coelho.
2003 - Em busca de
recuperar o tempo perdido,quando em anos alternados se licenciou do Campeonato
Mato-grossense, o Mixto Esporte Clube quer recuperar o prestígio junto a sua torcida.A
nova diretoria substituiu o presidente licenciado,Wilson Begunbci.Para este ano,a base do
time será de garotos das divisões de base do clube."Queremos ver um Mixto forte.Que
participe de todas competições organizadas pela federação.Não aquela política que
estava sendo implantada, a de se formar um time só para três meses",afirmou o
técnico Hélio Machado.
Wesley; Márcio, Paulão, Alisson e Da Cota; Ariel, Serginho, Wesley e Welington;Rafael e
Edson ou Kanu.
2002 - O presidente Wilson Bregunci confirmou que
vai priorizar a reestruturação do patrimônio do clube, o que inclui a construção do
esperado Centro de Treinamento. No ano passado o dirigente teve o mesmo discurso e o time
chegou às finais. Desta vez, porém, o Mixto decidiu que a melhor alternativa seria
não participar do estadual.
2001 - Uniforme novo, campo de treinamento e
alojamentos; as novidades na apresentação do elenco do Mixto pararam por aí. A
comissão técnica é a mesma que esteve à frente do Berga no Estadual do ano passado,
com Éder Taques como treinador, Gilmar Ferreira na preparação física, Wanderley da
Hora como treinador de goleiros e Luís Carlos Tingo como dublê de supervisor. Com
exceção do volante Manu e do atacante Polaco, indicados pelo próprio Éder Taques, os
novos "contratados" já são velhos conhecidos da torcida cuiabana: Chiba
(lateral-esquerdo que defendeu o Operário e o Palmeiras de Barra do Bugres); Hugo
(zagueiro e médio volante que jogou no Operário e no Berga), Renatinho (lateral-direito,
ex-Operário) e Alexandrinho, do próprio Mixto e é só. Mixto - Denilson; Odair,
Sirley, Hugo e Renatinho; Láudio, Cícero, Manu e Anderson; André e Wilson. Técnico:
Éder Taques.
H - Divide com o Clube Esportivo Dom Bosco o título de time mais querido da capital.
Fundado em 17 de maio de 1934, tem sua maior força na torcida, chamada carinhosamente de
Boca Suja. O chamado Clássico Vovô, entre Mixto e Dom Bosco, é um dos únicos que ainda
consegue trazer público aos estádios da capital. Pelos idos de 1934 na confluência das ruas Candido Mariano, Marechal Deodoro e avenida Getúlio Vargas, um grupo de amigos sistematicamente se encontrava para, sobre uma enorme laje de concreto se divertir, conversar, jogar vôlei, exercitar-se, enfim. Num belo dia resolveram eles, fundar um clube de futebol e se puseram a escolher um nome. Foram citados nomes de vários clubes de tradição no Brasil, mas depois de muita discussão, chegaram a seguinte conclusão: como era um grupo formado por homens e mulheres que convergiam entre si, resolveram chamar este clube de “MIXTO”, colocando o “X” no lugar do “S” para torna-lo diferente do conhecido lanche.
Sendo assim, Ranulfo Paes de Barros, Dona Maria Machado, Gastão de Matos, Dona Naly Hugueney Siqueira, Sr. Avelino :Hugueney Siqueira – Maninho - , Zulmira Canavarros, fundaram o MIXTO ESPORTE CLUBE, no dia 20 de maio de 1934.
A grandeza desse clube não tem parâmetros, pois desde sua fundação o mesmo foi inúmeras vezes campeão, tanto no período amador, quanto no profissional. Seu grande feito foi sagrar-se Campeão do Centro-Oeste em 1976. O Mixto Esporte Clube possui as cores alvinegras – preto e branco – e em sua camisa destaca-se uma faixa diagonal lembrando o uniforme do Vasco da Gama. É chamado de “Tigre da Vargas”. Clube de maior tradição e torcida o Mixto é destaque no cenário esportivo nacional, tendo participado do Campeonato Nacional, hoje Brasileiro em 11 edições – 76 à 86 – ocupando apesar do longo período fora desta competição, o 72° lugar de 342 clubes no Ranking da CBF. É o clube mato-grossense mais bem classificado neste ranking.
Em sua história o MIXTO revelou e projetou grandes valores para o futebol brasileiro e internacional. Destacam-se: Bife, Gonçalves, Miro, Luis Carlos Beleza, Ruíter, Tostão, Vanderlei, Fabinho, Humberto, Elias, Gaguinho, Pastoril, dentre outros.
É este clube, uma verdadeira MARCA REGISTRADA, que hoje se encontra adormecido, que queremos e iremos despertar para o Mato Grosso e para o Brasil, resgatando suas glórias, revelando talentos e motivando a participação de seu maior patrimônio: a imensa e fanática torcida.
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