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2005 O Castanhal entra na fase de elite do Campeonato Paraense liderando os clubes de médio-porte que continuam na disputa. Representando o município que originou seu nome, o Castanhal conta com a força da torcida alri-negra para repetir o sucesso da campanha de 2000, quando conquistou o vice-campeonato. A nova diretoria, representada pelo presidente Gil Correa, está no comando do clube há um mês. Neste período, renovou o plantel com novas contratações, principalmente de jogadores do Maranhão, e fez melhorias no estádio Maximino Porpino, que tem capacidade para receber um público de 5 mil pessoas.
O principal reforço do Castanhal para o Parazão 2005 não estará no gramado . “Sem dúvida o João Duarte foi nossa melhor aquisição. Ele era treinador do Castanhal em 2000 - na campanha do 2º lugar, e estará pela quarta vez na liderança do time.”, disse Correa.
Duarte comandou o Abaeté na campanha da “segundinha” e na primeira fase do Parazão.
Aldecir; Nenê, Jaílson e Fábio Tenente; Cleiton Carioca, Betão, Mário (Cleiton), Analdo e Ivo; Bal (Alex Recife) e Alex Santana (Ilaílson)
Técnico: João Duarte
2004 O Castanhal foi campeão da segunda divisão paraense em 2003 com 100% de aproveitamento (cinco vitórias em cinco jogos), mas só conseguiu se classificar para a fase principal de 2004 na última rodada, graças a uma goleada de 6x0 sobre o Tiradentes que lhe deu alguns gols de saldo a mais que o São Raimundo. Provar que o time não é fogo de palha é o desafio do técnico Samuel Cândido. Ele tem à disposição bons jogadores como o goleiro Canu, o lateral Fitti (ex-Remo e Tuna), o meia Márcio Nazaré e o atacante Weguido, última grande revelação do Japiim. Uma curiosidade: o Castanhal é o único clube do interior que já chegou a uma final de campeonato paraense. Em 2000, a equipe foi vice-campeã estadual, perdendo o título para o Paysandu.
Kanu; Ferreti, Ney, Nenén e Emerson Fitti; Márcio Castanhal, Analdo, Márcio Parintins e Tony; Eduardo e Murilo.
Técnico: Samuel Cândido
2003 - Disputou
a primeira fase do paraense ainda em 2002, não se classificou, e ainda foi rebaixado. No
segundo semestre, disputará o classificatório para à Primeira Divisão 2004
2002-
O Castanhal será comandado pelo técnico Mário Henrique, o Mariozinho, que já
trabalhou no Remo. O atacante Marajó, que atuou no Remo e que estava em Alagoas, será
uma das atrações do Castanhal. O zagueiro Flávio, o atacante Emerson Bala e o meia
Jurinha, também ex-jogadores do Remo, são outras atrações do Castanhal. O goleiro
Sampaio(ex- Rio Branco do Acre) e Juarez (ex-Bragantino do Pará) também reforçam o
elenco. Uma curiosidade: o lateral-direito Barró tornou-se pastor e agora chama-se
Miranda. Sampaio; Miranda, Flávio e Nilson; Juarez, Vartúlio, Jurinha e Luizinho;
Emerson Bala e Marajó. Técnico: Mariozinho.
2001 - O técnico do Castanhal, João Duarte espera confirmar no
estadual o bom trabalho que os dirigentes, comissão técnica e jogadores vêm fazendo no
clube desde a última temporada, ao ponto de muita gente ligada ao futebol profissional
não mais considerar a Tuna como a terceira maior força do Estado, e sim o Castanhal, que
já começou a temporada ratificando o bom futebol no torneio paralelo disputado em
Fevereiro. Como fruto da ótima campanha do Castanhal no Estadual do ano passado, alguns
jogadores acabaram seguindo para o Paysandu. É o caso do volante Vânderson, considerado
o melhor jogador da última temporada; do meio-campista Luizinho, que teve boa pasagem
pela Tuna; do centroavante Edil, sempre um matador, e do lateral-direito Valentim. Estes
quatro atletas são imprescindíveis para o técnico bicolor Givanildo Oliveira.
Castanhal: Altemir; Barró, Márcio, Funil e Luís Carlos Acreano; Emílson, Zé Aleixo,
Tony e Vartúlio; Luís Carlos Apéu e Bebeto.Técnico: João Duarte
H - Surgiu pouco depois da fundação de Castanhal. Um grupo de
desportistas locais se reuniu e formou o clube. Entre os fundadores, Jota Vicente,
Orvácio Batista, Lauro Cardoso, Ubirajara Marques, Dadá Pismel, Quincas Nascimento,
Pedro Ribeiro, Munidcão, Pacamon e Casimiro Guimarães. Nâo tendo campo próprio, acabou
circulando pelos campos dos clubes da cidade como o Paysandu e o Riachuelo. Acabou
finalmente se fixando numa área próxima da onde se encontra hoje a feira da Ceasa. Foi
profissionalizado em 1975. Se licenciou em 1978. Voltou ao profissionalismo em 1998.
Surpreendeu a todos com a conquista em 2000 do Vice-Campeonato Estadual. Tem o apelido de
Japiim, um pássaro de plumagem amarela e preta, muito comum na região.
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