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NACIONAL ATLÉTICO CLUBE

Fundação 23 de Dezembro de 1961
Endereço Rua Porfírio da Costa 156
CEP 58700-000 Patos/PB Tel.
(83) 4215287
Estádio  José Cavalcanti - 8000 -
Uniforme Camisa verde, calção branco e meias verdes

Internet nacionaldepatos.hpg.com.br
Nacional de Patos

2005 O clube, segundo sua diretoria, investiu pesado para tentar quebra um tabu de nunca ter conquistado um Estadual, ao contrário dos seus concorrentes Sousa e Atlético. O Nacional aposta na contração do técnico Washington Lobo, campeão pelo Botafogo em 2003 e alguns jogadores experientes, casos de Aírton, Missinho, Sheba, Gustavo e João Paulo. Nacional de Patos - Bel, Airton, Nilson, Weskey e Sheba; Alysson, João Paulo, Clóvis e Delano, Missinho e Fabinho. Técnico - Washington Lobo.

2004 Delano é um dos destaques do clube patoense. 

2001 - O Nacional, nas últimas duas décadas, sempre armou boas equipes, sendo vice campeão paraibano em 1979, 81, 90, 92 e 93, promete lutar pelas primeiras colocações do Certame de 2001.   Time Base: Pavão, Coquinho, Wescley, Lima e Vagner; Jair, Wendel, Naldo e Edinho Jatobá; Kelson e Batista

H O Nacional nasceu da união dos funcionários federais de Patos. O nome, inclusive, foi tirado das repartições pois, todas elas, eram assim identificadas: Correios, DNER, Rede Ferroviária, DNOCS, etc. Sendo repartição federal trazia a palavra NACIONAL no nome e a fórmula unificou o NACIONAL das repartições com NACIONAL do clube.

Começou verde-amarelo e depois passou a verde-branco, ou alvi-verde ou VERDÃO, como dizem os locutores esportivos. A fundação se deu à 23 de dezembro de 1961 e, ao longo do tempo, muitas glórias foram acumuladas através de conquistas de títulos, taças e simpatias. Tanto que conseguiu fazer frente ao Esporte de Patos na bola, na torcida, nos títulos e na fama.

Enquanto o futebol de Patos foi jogado no velho campo do Colégio Estadual, o Nacional não foi feliz no confronto direto com o Esporte. Somente depois do "Zé Cavalcanti" (inaugurado em 1964) o Verdão mostrou as garras. Logo na inauguração aplicou 2X1 no velho PATO e daí prá cá alternou bons e maus resultados tendo, segundo dizem, ligeira vantagem.

No confronto das torcidas, há dúvidas e teimas: os nacionalinos acham que têm mais; os alvi-rubros juram que são maioria. O que nota, claramente, é que a torcida nacionalina é mais jovem e mais vibrante, embora mais frouxa, nos momentos de dificuldade. A glória de "fiel torcida" continua do lado alvirubro.

Medindo pelos títulos conquistados, o Nacional ganha disparado: tem quatro vice-campeonatos estaduais (78, 89, 90 e 91); é penta campeão do Torneio Incentivo, promovido pela CBF (77, 78, 79, 80 e 81); ganhou mais taças "Cidade de Patos" do que o Esporte (disputa anual mantida pelos dois clubes durante muito tempo e que correspondia ao compeonato da cidade).

Embora mais novo, é bem mais famoso do que o Esporte. Conquistou nome e fama através dos amistosos que disputou em mais cidades do Nordeste e, principalmente, pelas campanhas mais produtivas no Camponato Paraibano. Por muitos anos seguidos o Nacional ficou entre os quatro primeiros times da Paraíba e colocado bem à frente do rival. Até os alvi-rubros reconhecem!...

Os primeiros times do Nacional foram amadores e compostos por funcionários federais; depois houve a abertura para atletas não funcionários, embora amadores. Profissionais só começaram a ter vez quando surgiu a possibilidade de entrar no campeonato paraibano. Os atletas, embora sem registro, passaram a receber salários e cumprir programação sistemática de treinamento.

A partir daí surgiram os jogadores "de fora"juntos à "prata da casa", iniciaram o processo de mudanças do "doméstico" para o "regional". A melhor prova dessa mistura é a dupla mais famosa do nosso futebol: DISSÔR / LULU, que marcava gols e chamava público. Outros craques de casa (Zito, Mário Moura...) e outros "cobras" de fora (Oliveira, gonzaga...), também marcaram época.

De 1965 (primeiro campeonato) até 1970 (mesmo aos trancos e barrancos), o Nacional manteve o nível: time caro, departamento médico, concentração e treinamento normal. Em 1970 abandonou o campeonato (no meio) e foi punido com multa alta e um ano de suspensão. Ficou de fora em 1971 e voltou em 72, com cara nova, time novo e nova mentalidade: plantel caseiro, barato e homogêneo: foi o tempo dos famosos "moleques da Rua da Baixa".

Não foi mole fazer a mudança. A maioria não aceitava um time pequeno e até dirigentes lendários abandonaram o barco. Disfarçado de GUARANY e jogando amistosos por aí, o time foi ganhando corpo e impondo a transformação indispensável. A "meninada" tinha nomes esquisitos (Côco, Cocó, Tripa, Gato, Grilo, Mucuim), mas jogava o fino da bola. Foi daí que o Nacional ganhou o mais glorioso de todos os seus muitos apelidos: ACADEMIA DO FUTEBOL. Embora tenha sido sempre um time de toques, futebol técnico, rasteiro e vistoso (futebol romântico), somente teve o reconhecimento definitivo da crítica, após mostrar o balé dos irreverentes peladeiros; um time que "jogava por música".

 

Nacionais

1989 - Segunda Divisão

 

estaduais

1965 a 1968, 1970 a 1995, 1997 a 2002 e 2004/2005

 

noticias

Jornal da Paraíba
Correio da Paraíba
O Norte
Diário da Borborema

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