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Central Sport Club

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Fundação 15 Junho 1919
Endereço Av Agamenon Magalhães 425
CEP 55000-000 Caruaru/PE Tel. (81) 3721 4556
Estádio Luiz José de Lacerda (Lacerdão) - 25000 -
Uniforme Camisa com listras verticais pretas e brancas, calção preto e meias brancas

Internet
Central
Central, a Patativa

2004 O Central resolveu fazer uma mudança radical no time para ver se consegue retomar o posto de melhor time do interior. Para dar a volta por cima, a equipe de Caruaru contratou o técnico Djalma Linhares e mais 15 jogadores. Dois jogadores contratados ao Guarani/SC são as maiores promessas do time para a temporada. São eles o goleiro Dênis e o atacante Clei, um dos mais experientes do grupo com 30 anos. Outro atacante contratado no futebol do Sul do País foi Da Silva, que estava no Sorocaba/SP. As outras novidades da equipe vieram de Estados da região. Do futebol paraibano, o Central trouxe o goleiro Dênis, o meia Sivaldo e o lateral-esquerdo Lico. Do Piauí, vieram o volante Jó e o meia Neném. Mas a Patativa também manteve alguns atletas do grupo do ano passado aprovados pelo treinador Djalma Linhares. Os laterais-direito Fia e Edilton, o zagueiro Romero, os volantes Júlio e Dinho e o experiente meia Catende são alguns deles. Atletas revelados nas divisões de base do clube também terão chance este ano de atuar na equipe principal. É o caso do meia Cléber e do lateral-esquerdo Oziel. Mas a maior aposta da diretoria está mesmo no jovem atacante Juninho, 18 anos, que foi artilheiro do time no Estadual da categoria em 2003. Segundo o treinador Djalma Linhares, a intenção é mesclar alguns jogadores experientes contratados com outros que já estavam no clube, além de investir na prata-da-casa. 

2003 - Quarto colocado no último Campeonato Pernambucano, o Central quer pelo menos manter esse lugar e o status de melhor time do interior no Estadual. Quebrado financeiramente, o time ainda está recolhendo os cacos gerados no segundo semestre de 2002, quando ficou seis meses parado - a equipe caruaruense abriu mão de disputar a Terceira Divisão do Brasileiro, por falta de condições financeiras.  O principal problema é em relação ao estádio do clube, o Luiz Lacerda. O gramado do Lacerdão está em condições sofríveis, por culpa da crônica falta de água em Caruaru - chegou-se ao ponto de os jogadores não estarem treinando no campo por não poderem tomar banho depois. O clube também teve de realizar alguns reparos, exigidos pela vistoria da Federação Pernambucana de Futebol: colocou mais extintores no estádio, aumentou o número de placas sinalizadoras e ainda teve de retirar uma grade de arame farpado, que, de acordo com o Corpo de Bombeiros, poderia provocar acidentes.
Não se pode dizer que o Central ficou aquém dos clubes grandes em relação ao volume de contratações - doze jogadores vieram para a atual temporada. A mais importante foi a do técnico carioca Argeu dos Santos, ex-zagueiro. Surgido nas divisões de base do Vasco, Argeu já defendeu as cores do Central, na década de 80. Ele estava treinando o Quixadá, modesto time da primeira divisão cearense. Dos contratados pelo Central para a disputa do Campeonato Pernambucano, o maior destaque é o atacante Marquinho Petrolina, velho conhecido dos rubro-negros - ele chegou a ser titular do Sport, nos tempos do técnico Emerson Leão. Pablo Lima; Ivan, Nílton, Romero e Jacaré; Sivaldo, Reginaldo, Catende e Renatinho; Marquinhos e Agnaldo. Técnico: Argeu dos Santos

2002 - Conquistou o título da Copa Jarbas Vasconcelos e manteve a equipe para o estadual.  Marleudo, Júlio, Newton, Erivelton, Romero e Joãozinho, Romildo (Bianor), Claudinho e Catende, Saulo e Júnior Caruaru. Técnico: Severino Bezerra

2001 - O Central inicia o Estadual com a responsabilidade de ser o legítimo representante de Caruaru, após a saída do Porto para a cidade do Bonito. O clube alvinegro quer fazer uma campanha melhor do que a de 2000, quando ficou em sétimo lugar. A confiança deve-se à manutenção do time-base que chegou às oitavas-de-final do Módulo Verde da Copa JH. Para dirigir o time, veio o gaúcho Didi Duarte, que defendeu o Náutico e o Sport na década de 70. E, como treinador, chega com o desafio de repetir o bom trabalho nas equipes do futebol potiguar, onde conquistou o título de tetracampeão estadual pelo ABC. Junto com o treinador, chegaram o meia Jacaré e o atacante Fábio, egressos do ABC, além do zagueiro Raniele, procedente do Alecrim. O Alvinegro ainda conta com a volta do atacante Remo. Destaque do time no Estadual do ano passado, ele estava no futebol turco. Marleudo; Zé Carlos, Raniele, Erivélton e Evandro; Vado, Valber, Joãozinho e Capanema; Xexéu e Valter. Técnico: Didi Duarte

C - O Estádio Pedro Victor de Albuquerque, passou a chamar-se Estádio Luis José de Lacerda, devido a sua ampliação na década de 80, fazendo do Central o time de maior patrimônio do interior de Pernambuco, na gestão de Luiz José Lacerda.

H Maior clube do interior pernambucano, o Central foi criado exatamente às 13h do dia 15/06/1919, na Sociedade Musical Comercial Caruaruense. Em meados dos anos 20, o então presidente Pedro Victor Albuquerque doou um terreno ao clube, no local foi construído o estádio, que hoje leva o nome de Pedro Victor.

Até os anos 30 o time só disputava ligas regionais, mesmo assim revelou grandes jogadores como Machadinho, Zuza, Teonilo, Pedro, Rochura, Joaquim, Alemão e Tutu. Em 1936 o Vasco da Gama, que na época contava com o lendário Ademir da Guia, foi a capital do Agreste para um amistoso. O time cruzmaltino suou para conseguir vencer a patativa por 1 a 0. Os centralinos ainda conseguiram empatar, través de Tutu, mas o árbitro anulou o gol.

Um ano mais tarde, o Central finalmente era incluído entre os grandes do futebol pernambucano e começou a disputar o campeonato estadual. Em 1937, pela primeira vez o Central foi disputar o Campeonato Pernambucano. O sonho durou pouco, pois no mesmo ano a diretoria ficou irritada com as arbitragens e retirou a equipe do torneio. O Central filiou-se à Liga Esportiva Caruaruense e conseguiu faturar os títulos de 1942, 1945, 1948, 1951/52, 1954, 1958. Em 1951, a Patativa conseguiu um feito histórico, vencendo o Jocaru por 23 a 0, o meia Milton foi o artilheiro do jogo com 11 gols.

O alvinegro do Agreste só voltou a disputar o campeonato Pernambuco da primeira divisão em 1960, depois de muito esforço do então presidente da Liga Desportiva Caruarense, Gercino Pereira Tabosa e do presidente da FPF, Rubem Moreira da Silva. Rapidamente o time se transformou na terceira força do futebol pernambucano. Nos anos 70 e 80 o Central passou a disputar o Campeonato Brasileiro, levando grandes equipes ao Pedro Victor. Em 1986 o maior recorde de público da história de Caruaru, 24.450 pessoas foram assistir ao jogo entre o time da casa e o Flamengo.

Nos últimos anos o time não vem obtendo bons resultados no estadual. O Central chegou até a cair para a segunda divisão do Pernambucano, em 1999, mas voltou à elite no ano seguinte.

Nacionais

1986 - Campeonato Brasileiro - 36. Colocado
1979 - Campeonato Brasileiro - 49. Colocado
Participou da Segunda Divisão 72, Taça de Prata 80 a 85, Segunda Divisão 88 a 92, 94 a 97 e Terceira Divisão 87 e 2000/2001e 2003

 

estaduais

Primeira Divisão: 1961 a 1998, 2000 a 2004

 

noticias

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