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2005 O Petrolina entra no
Campeonato Pernambucano totalmente renovado. Segundo o técnico
Cupira, dos 30 atletas que faziam parte do grupo no ano
passado, apenas cinco permanecem no clube. Dos novos
contratados, a base é formada por jogadores do Juazeiro, da
Bahia. No ano passado, o Petrolina terminou na oitava colocação
do Pernambucano. “Mas poderíamos ter ficado melhor no
quadro geral, já que empatamos nos pontos - 18 - para o Porto
(6º lugar) e o Recife (7º) “, falou Cupira, que espera ser
o primeiro colocado entre os times do interior neste ano.
2004 Depois de ver o seu grande adversário local rebaixado no ano passado, o Petrolina aproveitou para se reforçar para o Pernambucano de 2004 justamente com os destaques do 1º de Maio em 2003. Mas as negociações não foram simples. A imensa rivalidade entre os dois times da cidade do Sertão do Estado fez com que o zagueiro Allison, o lateral-esquerdo Joseildo, o atacante Kelly e o lateral-direito Ninho tivessem que recorrer à Justiça para conseguir a liberação do passe e poderem jogar pelo inimigo. A principal delas foi a do atacante Allan, que jogou no Bahia, mas é natural de Juazeiro. O zagueiro Róbson veio do River/PI e o lateral-esquerdo Jardel, do Náutico. Fora estes, o restante do grupo é formado por atletas contratados a times da região e alguns remanescentes do ano passado. Do Ferroviário de Serra Talhada vieram o meia Daniel e o atacante Enilson, que também já jogou pelo Náutico. Do Vera Cruz veio o goleiro Edimilson, do Itacuruba, o goleiro Ciel e do Salgueiro, o zagueiro Dimba. Continuam no time jogadores como os volantes Sueliton e Elielton, o goleiro Luciano e o meia Pio. Alguns ex-juniores completam o grupo. A maior aposta dos dirigentes é em Baílton, atacante formado nas divisões de base do clube
2003
- Uma preparação digna de time grande. Assim foi o trabalho realizado pelo
Petrolina Futebol Clube, um dos dois representantes da cidade de Petrolina. A equipe
comandada pelo técnico Ambrósio Rodrigues realizou uma pré-temporada de 12 dias na
comunidade de Caboclo, município de Afrânio. Uma das vantagens da Fera
Sertaneja, como é carinhosamente chamado pelos seus torcedores, de acordo com o
vice-presidente da equipe, Omar Cançado, foi manter a base da equipe que ficou em oitavo
lugar no Pernambucano do ano passado. Além disso, a diretoria não esqueceu de reforçar
a equipe e trouxe jogadores da região e também de Minas Gerais e São Paulo. Porém, os
estrangeiros só serão regularizados a partir da segunda rodada. Uma das
novidades da Fera Sertaneja é o meia Zé Carlos, que jogou no Náutico em 2002 e será um
dos trunfos do tricolor petrolinense para a temporada deste ano. Clodoaldo, Paulo Sérgio,
William Petrolina, Maurício, Maxwell; Mário Sérgio, Suelington, Pio ou Neinho,
Erivelton ou Adriano; Zé Carlos, Gildenor ou Adriano. Técnico: Ambrósio Rodrigues
2002
- A Fera Sertaneja passou bem pela Copa Jarbas Vasconcelos. Alcançou o segundo
lugar e foi a surpresa. Entre os destaques estão Neninho e Diego. Petrolina:
Clodoaldo, Paulo Sérgio, Zé Ricardo (Paulinho), Maurício e Luiz Enrique, Suélinton,
Mário Silva e Paiakan, Rodrigo Gama, Gildenor e Adriano Ceará. Técnico: Jairo Santos.
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