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2005 Gavião do Agreste vai
contar para o Estadual, com o reforço da equipe de juniores
que estava disputando a Copa São Paulo de Futebol Júnior.
Como nesse ano o time do Porto será o único representante da
cidade, toda a população está apostando que a equipe
repita, ou quem sabe, melhore as campanhas de 1997 e 1998,
quando terminou em segundo lugar.
2004 Após ser rebaixado em 2002, o Porto está de volta à Primeira Divisão este ano, como campeão da Segundona, e que afastar de vez o perigo da queda. Na avaliação do “eterno” técnico do Gavião, Edmílson Santos, o lado financeiro deficitário e a transferência do mando de campo de Caruaru para a cidade de Bonito terminaram prejudicando o desempenho da agremiação. Sanados os problemas de caixa e resolvida a separação amigável do empresário Cádmo Barros - ex-dirigente da agremiação - o Porto promete reviver seus melhores dias. Justiça se faça, foi na gestão de Cádmo que o Porto mais incomodou os grandes, além de revelar vários talentos para o futebol brasileiro, como Araújo, recém-negociado pelo Goiás para o exterior por uma quantia milionária. José Everaldo, que presidia o Conselho Deliberativo, assumiu o comando do Porto, mas um dos fundadores - o empresário José Porfírio - continua como o “chefe de governo”. Na prática, é ele quem dá as cartas na equipe. “Estamos com os patrocínios da Sam’s (balas e doces) e da Embaré (distribuidora de leite e derivados), mas ainda dependemos do Futebol Solidário para honrar os nossos compromissos”, explicou Porfírio. Para garantir seu objetivo, o Porto resolveu voltar às raízes e investir na base formada no próprio clube, que ainda tem uma estrutura de causar inveja em muitos “grandes”. Porém, sete atletas mais experientes foram contratados ou retornaram ao clube, como o meia Carlos Alberto, que esteve no Santa Cruz, e o lateral-esquerdo Arlindo. “Faremos o possível para mantermos o posto de melhor equipe do interior”, promete Santos. A folha salarial gira em torno de R$ 40 mil e a média salarial é de R$ 2 mil.
2002 - No Porto, o
técnico Edmilson Santos contará com o mesmo grupo que disputou a Copa JV. Porto:
Jackson; Adriano, João Lima, Mazinho e Toninho; Alemão, Naldo, Erivérton e Márcio;
Marcos e Erick. Técnico: Edmilson Santos.
2001
- O Porto trocou Caruaru por Bonito (município localizado no Agreste, a 120
quilômetros do Recife), onde mandou os seus jogos no campeonato Pernambucano. Adotado pela cidade do Bonito, o Tricolor do Agreste quer voltar a disputar
um título pernambucano, a exemplo do que ocorreu nos anos de 97 e 98, quando foi
vice-campeão. O Porto inicia a competição tendo como arma o conjunto. O treinador
Edmilson dos Santos manteve o time-base de 2000. A novidade é a volta do goleador
Lêniton, 31, e do lateral-esquerdo Alex, 31. O presidente do clube, Cadmo Barros,
acredita na boa campanha neste Estadual. Charles, Adriano, Mazinho, João Lima,
Alex, Alemão, Sérgio, Jadilson, Arlindo, Saulo, Clodoaldo (Lenílton). Técnico:
Edmílson
H No dia 31 de dezembro de 1980 surgiu, no cenário
esportivo pernambucano, o Clube Atlético do Porto. Fruto da paixão de um grupo de
abnegados moradores da Rua Coronel Francisco Rodrigues Porto, em Caruaru (Pernambuco), o
clube tinha inicialmente o simples intuito de participar das competições amadoras da
Liga Desportiva Caruaruense.
Assim, nos primeiros 10 anos, o clube teve como filosofia o célebre conceito do Barão de
Coubertin : O importante é participar.
Antecipando-se à modernização por que passa o futebol brasileiro desde a aprovação da
Lei Pelé, assumiu a presidência do clube o empresário José Porfírio de Oliveira, um
apaixonado pelo futebol, que decidiu implantar um ousado projeto: transformar a
agremiação, já conhecida como Gavião do Agreste, numa força do desporto pernambucano.
Para tanto, traçou-se como meta inicial a conquista dos títulos em disputa na Liga
Desportiva Caruaruense, objetivo este alcançado já no primeiro ano de seu mandato, com a
conquista dos títulos de futebol em todas as categorias (adulto e juniores).
Em janeiro de 1994, a agremiação foi completamente profissionalizada, filiando-se à
Federação Pernambucana de Futebol. Expressivos resultados e vários títulos foram
conquistados já no início da história profissional do clube, fruto de participações
brilhantes nos Campeonatos Estaduais e Nacionais.
Um novo passo estava prestes a ser dado...
Em janeiro de 1998 assume a presidência do clube o conceituado empresário Cadmo Matos
Barros, um jovem e dinâmico empreendedor com grande trânsito no futebol nacional e
internacional, que decide implantar uma filosofia vencedora no Clube Atlético do Porto e
transformá-lo em uma fábrica de craques.
Investimentos são feitos na aquisição de equipamentos e na modernização das
instalações existentes, ao mesmo tempo que são contratados profissionais de renome no
cenário pernambucano e nacional...
Acreditando na juventude, as categorias juvenil e juniores passam a ter tratamento
prioritário, tornando o clube um atrativo para jovens de todo nordeste que procuram a
agremiação no intuito de mostrar o seu valor.
A partir dai, o Clube Atlético do Porto passa a fazer parte do seleto grupo dos Grandes
Clubes do Futebol Pernambucano, sendo os seus confrontos com os demais considerados, pela
crônica regional, um clássico do futebol pernambucano.
Atualmente, o Clube Atlético do Porto possui o mais moderno centro de treinamento do
futebol pernambucano, que ocupa uma área de aproximadamente 20 hectares, compreendendo:

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