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2004 Depois da polêmica sobre se iria ou não trocar de mascote - de Coelho para Sapo - o Recife acabou mesmo foi trocando de cidade: saiu de Timbaúba, seu tradicional reduto, para Ipojuca, que era a casa do rebaixado Intercontinental. Este ano, o empresário Josimar Ferreira - eterno patrono - resolveu investir numa comissão técnica composta por profissionais conhecidos na região.
Assim, chegaram ao Coelho - ou será Sapo? - o técnico Francisco das Chagas, que está estreando na função, o preparador físico Jaílton Cintra e o médico Ricardo André Gomes, entre outros. Chagas, durante vários anos, trabalhou como preparador físico no Sport. “Quero aplicar o que aprendi com vários treinadores de renome nacional”, explicou. Jaílton era seu coadjuvante no Leão.
Os jogadores, em sua maioria, seja destacaram em clubes locais. Alguns, como o goleiro Romero, lateral-direito Chininha, e os meias Gaibu e Marquinhos Recife e lépido atacante Bibi, terror de muito clube da capital. Outros nomes conhecidos, contudo, também chegaram. Por exemplo: os zagueiro César e Paulinho Soares (ambos ex-Santa Cruz), o meia Michel (também ex-tricolor), os volantes Fernando e George (ex-Náutico) e os atacantes Lau (ex-Náutico) e Marquinhos (ex-Sport).
2003 Antes mesmo de
começar o Campeonato Pernambucano, o Recife teve que enfrentar diversos adversários no
extra-campo: desorganização (sem campo pra treinar), crise financeira, mudança de
cidade-sede (de Goiana para Timbaúba), atraso no início da pré-temporada (só começou
dia 14), ameaça de não disputar o Estadual e uma conturbada, emergencial e polêmica
mudança administrativa (Josimar Ferreira entregou, de última hora, o clube a Cádmo
Barros). As seqüelas que todos estes problemas trarão para o time dentro de campo só
poderão ser percebidas durante a campanha do time que, desde a sua fundação em 1998,
sempre foi um osso duro de roer para as equipes grandes. E em cinco anos de existência
conseguiu resultados que poderiam lhe garantir a condição de ser o 4º time mais
representativo de Pernambuco, não fosse a sua postura nômade, sem estar vinculado à
nenhuma cidade e, conseqüentemente, sem torcedores.Adriano; Chininha, Cleiton, Alexandre
e Jadir; Mazinho, Marcos Mendes, Leonardo e Célio; Bibi e Marcelo Conde Técnico: Neco
Longe do frio da serra e do calor do litoral, Timbaúba completa o
mapa do Pernambucano. Mesmo sem possuir uma equipe local, a cidade costuma servir de
abrigo para clubes nômades que usam o estádio Ferreira Lima para mandar seus jogos. Este
ano, o Recife mais uma vez levará seus jogos para a Timbaúba, permitindo à seus quase
60 mil moradores a chance de acompanhar o melhor do futebol local.
2001 - Tricampeão da Copa Pernambuco
e quinto colocado no Estadual do ano passado, o time do Recife manteve sua base para o
campeonato estadual 2001 "Estamos ousado, afinal temos que pensar grande. Além de
buscarmos uma melhor colocação no Campeonato Pernambucano, vamos atrás do título
também", avisou o supervisor de futebol do clube, Ivanildo Sales. Para alcançar o
objetivo, a diretoria do Recife trouxe o zagueiro Amintas e o volante Marinho do
Capela/Al. Na relação dos novos contratados também estão o atacante Wanderley, o
lateral Josenildo, o volante Relber e o atacante Neto, que veio do Anapolina/GO. Vantuir;
Demétrius, Amintas, Alexandre, Josenildo; Marinho, Marcos Mendes, Gaibú, Marquinhos;
Wanderley e Niécio. Técnico: Neco
H - O atual
Recife foi fundado a 01 de
janeiro de 1950, na cidade do Recife, sob a denominação Associação Atlética das
Vovozinhas. O Recife foi criado numa dissidência do Náutico, em 1998,
quando dois diretores alvirrubros, Josimar Ferreira eJosé Barbosa, compraram o Casa
Caiada e entraram de imediato na disputa do Pernambucano daquele ano. Foi uma estréia e
tanto. O time surpreendeu a todos com vitórias expressivas: 4 x 0 sobre o Santa Cruz, 4 x
1 sobre o Náutico e 2 x 0 sobre o Sport, em plena Ilha do Retiro. Com o Aflitos lotado de
torcedores do Náutico, o Recife chegou a disputar um turno contra o Sport. Até hoje a
memorável campanha de 98 não conseguiu ser repetida, mas o Recife conseguiu outro feito:
conquistou quatro das cinco Copa Pernambuco realizadas, reinando absoluto entre os clubes
pequenos e intermediários.
Posteriormente, mudou de nome duas vezes, passando a ser chamado, primeiro, de Santo Amaro
e, depois, de Casa Caiada. Em 1994, passou a ser denominado Recife e transferiu sua sede
para a cidade de Goiana. Tem como símbolo um coelho.
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