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2005 Paranavaí: Edinaldo; Polaco, Marcão, Alex e Iran; Batata, Marquinhos Guarapuava, Márcio e Joel; Neizinho e Mirandinha
Técnico: Ivair Cenci
2004 A máxima "...em time que ganha não se mexe" é o lema do Paranavaí para 2004. O Vermelhinho, vice-campeão estadual, recontratou onze jogadores e mais Itamar Bernardes, o técnico da histórica campanha do ano passado.
Estão de volta ao Paranavaí três goleiros (Vilson, João Correia e Edinaldo), três zagueiros (Alex, Marcelo e Rodrigo), dois volantes (Márcio e Gean), dois meias (Edílson e Nelmo) e um atacante (Neizinho). Não retornaram, porém, duas estrelas de 2003: o meia Júlio, contratado pelo Roma Apucarana, e o artilheiro Aléssio, ainda sem clube.
Quatro estreantes em Paranavaí são os laterais Vladimir (ex-Francisco Beltrão) e Preto (ex-União Bandeirante), o zagueiro Nogueira (ex-Rio Branco de Paranaguá) e o atacante Santos (ex-Francisco Beltrão). Outro titular, o meia Itamar, volta ao Vermelhinho após dois anos. Em 2003, ele teve uma frustrada estada na Romênia.
2003 - Uma piada que
corre em Paranavaí diz que o time da cidade desistiu do Campeonato Paranaense e vai
disputar um torneio de veteranos. O técnico Itamar Bernardes, que foi atacante do
Colorado, dá risada e avisa: "Ainda não viram como está o Aléssio". No gol
do Paranavaí, a briga é entre Vilson, de 29 anos, e João Corrêa, de 33. O primeiro foi
do Malutrom e o segundo, do Paraná. Na defesa está confirmado Vanderlei, que tem 27, e
foi do Grêmio de Porto Alegre e do Juventude. Sobra experiência também no meio-campo:
Edílson, ex-Londrina, tem 35, Julio, ex-Apucarana, 32, e Reinaldo Alexandre, que veio do
Roma de Apucarana, 30. E na frente, então? Aléssio e Neizinho, ambos com 32 anos. Um foi
artilheiro no Londrina e outro, no Grêmio Maringá.Em 2003, a torcida do
"Vermelinho" espera não ter que chamar o time de "Velhinho". Por
enquanto, Itamar Bernardes acredita que jogo de domingo contra o Grêmio, em Maringá,
irá fechar a boca dos incrédulos e dos irônicos. Paranavaí: Vilson; Daniel,
Marquinhos, Vanderlei e Marcelo; Gian, Márcio, Edílson (Julio) e Reinaldo Alexandre
(Nelman); Neizinho (Ricardo) e Aléssio.
H O Atlético Clube Paranavaí, que volta à Primeira Divisão do
Campeonato Paranaense em 2003, não é novo na história do futebol paranaense. Foi
fundado em 14 de março de 1946, mas passou a maior parte de sua história na Segunda
Divisão estadual, ou mesmo licenciado, acabando substituído por outros clubes da cidade.
Quando disputou campeonatos, a equipe foi campeã da Segunda Divisão em 1967, 1983 e
1992. O Paranavaí pode não ter grandes conquistas na história, mas desfruta de um dos
principais patrimônios no interior do Estado: o estádio Waldomiro Vagner - o Felipão,
em homenagem ao antigo prefeito Rubens Felipe -, de propriedade do município e com
capacidade para 25 mil pessoas. A arquitetura do estádio é uma réplica do Coliseum, de
Los Angeles, e foi inaugurado pela Seleção Brasileira, em 1992, quando o Brasil derrotou
a Costa Rica por 4x2.
Texto extraído da web em www.futebolpr.com.br
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