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2005 - Fora da Série B do Campeonato Brasileiro, o América começa a temporada 2005 querendo dar a volta por cima. A conquista do título Estadual e da Copa RN, que levaria o clube de volta a Copa do Brasil, são os objetivos neste primeiro semestre. O técnico é Wassil Mendes. O retorno de Fernando Pilar e a presença de Zezinho, formando dupla de ataque com artilheiro Reinaldo
são as boas notícias.
2004 - O alvirubro da Avenida Rodrigues Alves começa o ano com uma nova diretoria, presidida pelo Eng. Francisco Soares de Melo e o vice Ricardo Bezerra. O diretor de futebol é o gaúcho Luíz Garcez.
2003 - Gito e Teci são as atrações
do time rubro, que tem em Sandro Gaúcho a esperança dos gols. O atacante, que se
destacou nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro da Série B do ano passado, tem
confirmado a fama de goleador. Marcão; Marcio Silva, Davi e Gito; Edinho, Silva Baiano,
Joassis, Teci e Tico; Helinho e Sandro Gaúcho. Técnico: Ferdinando Teixeira.
2002 - Penúltimo colocado no Nordestão 2001, o América por
pouco não se classificou para as finais de série B, ano passado. No campeonato potiguar,
a equipe perdeu o título para o Corintians, de Caicó. Ao técnico Celso Teixeira restou
a obrigação de tentar suprir as saídas dos jogadores que abandonaram o clube ao final
do ano, mesmo com pouco dinheiro disponibilizado para contratações. Apenas dois nomes
foram apresentados à torcida: o atacante Negretti (Remo-PA) e o meia Juliano
(Mogi-Mirim-SP). O elenco foi completado por juniores promovidos. Um dos melhores
jogadores do time é o meia Marcelo Borges. Há três anos no América, o atacante
Helinho está confiante em uma boa performance do clube esse ano. Time Base: Marcão;
Jeferson, Beto, Leandro e Rogerinho; Silva Baiano, Ricardo Miranda, Juliano e Marcelo
Borges; Negretti (Nailson) e Rui Barbosa (Helinho)
2001 - O América Futebol Clube após passar por uma grande
dificuldade financeira durante todo o ano 2000 começa a caminhar na direção correta,
segundo seus atuais dirigentes. Após a saída do ex-presidente Jerônimo Melo, que já
pegou o clube com muitas dificuldades, alguns conselheiros formaram comissões para
vários assuntos e estão resolvendo os problemas. Quanto a parte de esporte a comissão
resolveu montar uma equipe caseira com jogadores vindos da categoria de junior e mais
alguns que ficaram do ano passado. O destaque da equipe são: o lateral esquerdo Róbson
Mattis, os zagueiros Romildo e Carlos Mota, e o atacante Helinho. Aparecendo como
revelação no início da temporada, Cláudio ex-junior. Marcos, Cláudio, Carlos
Mota, Romildo e Rogerinho; Joassis, Célio (Joelson), Moura (Luizinho) e Baíca (Aílton);
Helinho e Tiago. Técnico: Severo Dias
H Inspirados no América do Rio de Janeiro, um grupo de amigos de Natal decidiu
fundar um clube de futebol. O nome e o escudo vermelho com as iniciais em letras brancas
eram idênticos ao do famoso xará carioca. Pelo América já passaram algumas figuras
ilustres do futebol brasileiro, como o treinador Joel Santana, que atuou no time como
zagueiro, o lateral Marinho Chagas, o diabo loiro da Copa de 78, e o meia Souza. Conta a
lenda que o time foi oficialmente criado apenas em 1918 por causa de uma bola furada. Um
coronel, chamado Júlio Canavarro de Negreiros Melo, teria furado a única bola que os
rapazes possuiam. Irritados, os americanos decidiram cobrar a pelota na Justiça. Mas para
isso, precisavam primeiro ter o nome registrado, o que eles fizeram no dia 3 de julho do
mesmo ano. Quem assinou o registro foi o primeiro presidente do Mecão, Oswaldo da Costa
Pereira.
O primeiro título veio em 1919. O campeonato foi o primeiro de futebol, promovido pela
Liga de Desportos Terrestres. É bom lembrar que no início do século o principal esporte
nas cidades litorâneas era o remo. Apenas três equipes disputaram a competição:
Centro, América e ABC. Três anos mais tarde, o time consegue o segundo troféu. Em 26,
abre o caminho para o primeiro bi da história. Nos anos 50 a equipe colorada repetiu o bi
em duas ocasiõe: 51/52 e 56/57. Depois o time mergulhou na fila e a torcida precisou
esperar 10 anos para comemorar um título. Nos anos 70 o América fez boas campanhas,
sempre marcando presença em campeonatos brasileiros. Foi nesta fase que o revelou o
valente Marinho Chagas, um lateral moderno, que chegou à Copa da Argentina, em 78, como
titular. Um ano após o mundial, o América iniciou a sua maior série de vitórias no
campeonato estadual. O time foi tetracampeão, por isso as quatro estrelas sobre o escudo.
Nos anos 90 o América voltou a ser notícia no cenário do futebol brasileiro. O time,
liderado pelo habilidoso meia Moura, conseguiu o vice-campeonato nacional da segunda
divisão de 96. No ano seguinte o Mecão esteve novamente entre os grandes da Série A. Em
98 o América deu mais uma demonstração de força e venceu a Copa Nordeste, derrotando o
Bahia na final por 3 a 1. Texto adaptado a partir do disponível na página do América
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