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2005 O time é treinado pelo técnico Bebeto Rosa, que na Segundona Gaúcha colocou o Farroupilha na Série A.
Os últimos reforços apresentados pelo Novo Hamburgo para a disputa do Gauchão foram o zagueiro Jairo, de 29 anos, ex-Associação Sapiranga, o meia Eduardo Neves, 21 anos, ex-Juventude e o centroavante Bruno, também de 21 anos, ex-Juventude.
Novo Hamburgo: Luciano; Dias (Preto), Rosalvo e Luis Henrique; Tiago, Bagnara, Pedro Ayub, Giovane Fleck e Gérson; Evandro Brito e Adão.
Técnico: Bebeto Rosa
2004 Novo Hamburgo disputará o
Campeonato Gaúcho pensando em não ser apenas mais um
coadjuvante, pois tem o objetivo de obter uma das duas vagas
na fase fina. Para isso, a equipe está treinando há quase
dois meses e trouxe um time inteiro de reforços.Renovaram contrato oito
jogadores que estavam no clube em 2003, foram promovidos seis
juniores e houve a contratação de 11 reforços, entre eles
os meias Marcelinho, do Brasil, Felipe Pinto, do Palmeirense,
e Elton Corrêa, o volante Cadu, do Guarani-V.A., o zagueiro
Rudi, do Pelotas, e o lateral Pedro Ayub, ex-Grêmio, o
atacante Donizete, do São Gabriel, e o lateral Edenilso,
ex-Pelotas.
2001 - Muitos contratados em
cima da hora, poucos restaram do time Campeão da Divisão de Acesso em 2000. Donizete,
Neizinho, Serginho e Reidner; Rildo, Márcio, Joel Marcos, Murilo e Claudinho; Marcão e
Émerson.Técnico: Hélio Vieira
H Em 1º de maio de 1911, um grupo de funcionários da extinta fábrica de calçados Adams fundou a agremiação. Sempre no Dia do Trabalhador havia um churrasco de confraternização entre funcionários e diretoria e, no final, o futebol encerrava as comemorações. Naquela época o esporte começava a se preparar para virar preferência nacional e dezenas de clubes se formaram em todo o Brasil. Na mesma noite daquele ano o grupo, tendo a frente Manoel Lopes Mattos, João Scherer, Aloys Auschild, Manoel Outeiro, João Tamujo e Adão Steigleder decidiu-se pela criação do anilado, como também é conhecido o ECNH em virtude de suas cores - o azul anil e o branco. Por muito pouco o clube não se chamou Adams Futebol Clube, mas a corrente vencedora sempre buscou levar o nome da cidade em sua camiseta. Era fundado, então, o Sport Club Novo Hamburgo, que depois viria a ser Esporte Clube Novo Hamburgo.
Sua primeira sede ficava na Avenida Pedro Adams Filho, no bairro Pátria Nova, onde hoje se encontra uma madeireira. Este período foi muito curto, dizem os conselheiros mais antigos. Logo depois o alvi-azul se mudou para o Estádio dos Taquarais,
permanecendo até 1953. A sede foi vendida quando o presidente Oscar Sperb, um dos maiores dirigentes que já tivemos, comprou da empresa Adams, outra vez presente e influenciando de forma decisiva a vida do clube, uma área de terra localizada na Vila Rosa. A nova sede, logo batizada de Estádio Santa Rosa, uma referência ao bairro que estava recebendo o anilado, abrigaria o Novo Hamburgo até os dias de hoje.
A rivalidade maior era mesmo com o Esperança, levada, não raro, para extra-campo. Daqueles anos dourados, restou a lembrança de times recheados de craques, muitos pretendidos pela dupla Gre-Nal e equipes do centro do país. O melhor time deste período – para muitos o melhor time da história – foi montado em 1952 e realizou inesquecíveis apresentações. Neste ano, para se ter idéia, o Renner, de Porto Alegre, foi Campeão Gaúcho, quebrando a hegemonia de Grêmio e Internacional no cenário esportivo do Rio Grande do Sul, mas o Novo Hamburgo, como Floriano, figurou entre as primeiras posições. Após a decisão do título, em um quadrangular histórico, formado por Grêmio, Inter, Pelotas e o anilado, o ECNH acabou na primeira colocação, um feito fantástico relembrado até hoje pelos saudosistas. O time base contava com Paulinho; Zulfe, Mirão, Heitor e Crespo; Casquinha, Pitia e Soligo; Niquinho, Martins e Raul Klein. O técnico era Carlos Froner.
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