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2004 Dois dos
reforços para a disputa do Campeonato Brasileiro. O volante
Rafael e o zagueiro Gilmar Lima, estavam jogando pelo
campeonato paulista pelo Rio Branco de Americana. A ficha de
Rafael, de 24 anos, inclui times como o Grêmio, o Guarani e
o Gama. O O zagueiro Gilmar, de 22
anos, também tem um currículo composto de grandes times
como Palmeiras, Internacional (RS), Guarani e espera
reencontrar os amigos Duílio e Ronaldo que atuaram junto ao
jogador no Inter. O zagueiro destacou que conhece muito o
trabalho do técnico Vagner Benazzi e quer entrar
rapidamente no ritmo de treinamento.
2003 - É o único
que conseguiu preservar, totalmente, o time titular que conquistou o Brasileiro da Série
B de 2002. Não ergue o troféu estadual há cinco anos. A manutenção da base e estilo
de forte marcação na meia cancha e ataques em velocidade são as ferramentas que o
técnico Abel Ribeiro terá para satisfazer a aspiração da torcida.
2002 - O técnico é Cuca. O clube
tenta apagar a má imagem deixada na campanha na Série B quando esteve na iminência do
rebaixamento. Michel Librelotto, estrela do time, foi vendido ao Internacional. O
destaque é a defesa formada por Roberto; Luciano Martins, Luciano, Turatto e
Alonso. EB: Roberto; Luciano Martins, Luciano, Turatto e Alonso; Dione, Paulo César, Juca
e Jéfferson Feijão; Anderson Lobão e Cristiano Técnico: Cuca
H - A origem do Criciúma remonta ao ano de 1947, mais precisamente no
dia 13 de maio, quando um grupo de rapazes fundou o Comerciário Futebol Clube. Dois dias
depois o novo time já entrava em campo, enfrentando o São Paulo, da mesma cidade, e o
placar não foi nada animador: derrota de 4 a 0.
Mas já em 1949 o time conquistava seu primeiro título, o de campeão da LARM (Liga
Atlética da Região Mineira). O Comerciário consolidaria seu domínio na região
conquistando o tricampeonato da LARM, e em 1955 o clube inauguraria o Estádio Heriberto
Hülse.
Discriminado por ser o time da classe alta de Criciúma, o Comerciário mesmo assim foi
escolhido o time mais querido da cidade em plebiscito realizado em 1964. Quatro anos mais
tarde, o clube chegaria ao seu ponto mais alto: a conquista do Campeonato Catarinense. Na
equipe, se destacava o ponteiro Valdomiro, que depois se tornaria ídolo no Internacional,
participando ainda da Copa do Mundo de 1974.
Mas em 1970, apenas dois anos depois de sua maior conquista, o Comerciário encerraria
suas atividades, abalado por forte crise financeira. O time ficaria por sete anos afastado
das competições, só voltando a disputar o Estadual em 1977.
Em 13 de março de 1978 aconteceria a mudança do nome, de Comerciário Futebol Clube para
Criciúma Esporte Clube. O time mantinha as cores azul e branco em seu uniforme, o que
causava dificuldades para conquistar os torcedores dos extintos clubes da cidade, como o
Metropol e o Atlético Operário.
No dia 13 de maio de 1984 o clube estrearia, contra o Joinville, seu novo uniforme:
amarelo, preto e branco. O amarelo representava a riqueza da região, o preto representava
o carvão - principal fonte da economia local - e o branco era a cor comum a todos os
clubes da região.
Com novo nome e uniforme, o Criciúma se consolidou como o principal time da região,
conquistando o Estadual em 1986 e o tricampeonato em 89, 90 e 91.
Ainda em 91 o Criciúma conquistaria o principal título de sua história - e de todo
futebol catarinense: a Copa do Brasil. Dois empates com o Grêmio, em 1 a 1 em Porto
Alegre, gol do zagueiro Vilmar, e outro sem gols no Heriberto Hülse, dariam ao time
treinado por Luiz Felipe Scolari a taça e uma vaga na Copa Libertadores da América.
Nesta competição, o Criciúma voltou a fazer bom papel, avançando até as
quartas-de-final e só sendo eliminado pelo virtual campeão, o São Paulo.
adaptado a partir do original disponível no Site do Criciúma

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