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2004 O técnico Tonho Gil optou pela entrada de Carlão no gol, que vinha se revezando com Márcio. No ataque o treinador optou por Adílson.
HERMANN AICHINGER: Carlão; Tota, Paulo Roberto e Flávio Luís; Biro-Biro, Bênson, Jorge Luís, Marquinhos e Giovani (Vânderson); Claudinei e Adílson. Técnico: Tonho Gil.
2003 - O Atético
Hermann Aichinger mantém a base de 2002 para tentar surpreender. Biro-Biro, lateral
direito. Jogou no Grêmio, Paysandu, Figueirense e Marcílio Dias. Entre os contratados
estão o goleiro Pedro Paulo, o zagueiro Júnior Maranhão e o meia Sandro Gomes. O
zagueiro Márcio e o atacante Adriano, jogadores que defenderam o Tubarão no Campeonato
Catarinense, vão disputar a Seletiva da Série C pelo Atlético Hermann Aichinger. O
goleiro Márcio, os laterais Biro-Biro e Gustavo e o zagueiro Tóta renovaram seus
contratos, enquanto o meia Felipe e o atacante Vicente permanecem negociando. O técnico
Luiz Gonzaga Milioli vai contar também com jogadores revelados nas categorias de base do
próprio clube, num trabalho que Jocélio Kreusch vem realizando há alguns anos. São
eles os atacantes Adilson e Paulo César, o meia Sérgio, o lateral Tiago, além de
Josias, Jair, Odinei, Ariel e Mário Augusto.
2002 - O Atlético
Hermann Aichinger reestréia na divisão de elite do futebol catarinense, façanha
garantida após o título da Segundona, no ano passado. O clube aposta na manutenção do
entrosado grupo de jogadores para se sobressair nesta primeira fase do Estadual e sonhar
com a classificação. Além do técnico Luiz Carlos Gasperim, o clube acertou a
renovação dos contratos do preparador físico Carlos Eduardo Gasperim, o Dudu e de mais
13 jogadores que conquistaram o título da Segundona este ano, o que garante a equipe
base. Apenas dois jogadores foram contratados neste ano: o goleiro Fabiano,
ex-Brusque, e o atacante Willian Carioca, ex-Avaí. Os dois pilares da equipe
são o técnico Gasperin, comandante do título, e o zagueiro-capitão-dirigente Mauro
Ovelha, o símbolo da raça do grupo. O clube investi também no seu patrimônio.
Com a construção de mais uma arquibancada, a capacidade do Estádio Hermann
Aichinger vai subir de 3 mil para 5 mil pessoas EB: Márcio; Mauro Ovelha, Tóta e Carlos
Eduardo; Biro-Biro, Lita, Miguel, Marquinhos e Gustavo; Régis e Adriano. TÉCNICO: Luiz
Carlos Gasperin
2001- Depois de cinco anos desativado por
falta de condições financeiras, o Clube Atlético Hermann Aichinger volta ao futebol
profissional. Há dois meses o elenco começou a ser formado e, atualmente, conta com 25
jogadores sob o comando o experiente técnico Josélio Kresch, de 40 anos.

O clube usa ainda seu escudo simplificado
H - O Clube Atlético Hermann Aichinger foi Fundado em 20 de
setembro de 1951, sucedendo a Sociedade Desportiva Industrial organizada em julho de 1944
e que na ocasião estava há mais de 3 anos sem atividades;
A reunião de fundação do C.A.H.A. ocorreu no Bar do Sr. Geraldo Stoll, que
contou com a presença dos Srs. Walter Nagel, Fritz Francke, Leopoldo de Souza, Wiegand
Scheidemantel, Alberto Lessa, Fides Pettersen, Clemente Pettersen, Olimpio Lessa, Paulo
Lippmann, Cuno Stoll, Waldemar Brandl, Engelbert Schaefer, Haroldo Lucas, Curt Stoll, Udo
Iuwert, Enio Deeke, Geraldo Stoll, Luciano Patricio, Egon Stoll, Jorge Lucas Jr.,
Hercílio Lucas, Helmuth Arnold e Walfried Goebel;
O Clube teve como seu primeiro presidente o Sr. Alberto Lessa e o local da sede e
do campo de futebol era alugado.
Em março de 1955 o Sr. Hermann Aichinger cedeu incondicionalmente o local para o
Campo de Futebol e sede do Clube que leva o seu nome.
Na década de 50 vários pessoas estiveram à frente do Clube, dentre eles podemos
destacar: Alberto Lessa, Olimpio Lessa, Wiegand Scheidemantel, Fides Petersen, Curt Stoll,
Hermann Aichinger, Ekkehardt Aichinger, Paulo Nüsser, Egon Stoll, Geraldo Stoll, Enio
Meneghelli, Oscar Kopsch, Manoel Cipriano da Silva, Manoel Marchetti, Hercílio de
Fáveri, Ingo Metzker, Ibá Goitacazes dos Reis, Friedrich Franke, Cuno Stoll e Haroldo
Lucas;
A partir do ano de 1955 participa do Campeonato da 2ª Divisão da Liga
Blumenauense de Desportos;
No mesmo ano iniciam-se as obras para construção do estádio do Clube;
Durante os anos 50 vários foram os jogos realizados pelo Clube Atlético de
Ibirama, e dentre os adversários podemos citar o São Cristóvão-RJ, Novo Hamburgo-RS,
Ferroviário-PR, Carlos Renaux e Paysandu de Brusque, Caxias e América de Joinville,
Olímpico e Palmeiras de Blumenau, Avaí Capital.
Passaram e se destacaram no Clube diversos jogadores, como: Sagüi, Alceste Moser,
Fanhô, Emílio Eberspächer, dentre outros.
DÉCADA DE 90
Fiel a tradição esportiva do Clube, e com o firme propósito de disputar e
representar digna e efetivamente o Clube, a Cidade de Ibirama e toda a região do Vale
Norte em campeonatos, a atual diretoria, encabeçada pelo empresário Genésio Ayres
Marchetti, a exemplo do que toda a família Marchetti realizou ao longo dos tempos e da
história do Clube Atlético, começou, após um longo período de inatividade, um
trabalho de base com jovens atletas locais, sagrando-se campeão municipal invicto no ano
de 1990. Em 1991 participa do Campeonato de Amadores da Liga Vale Norte de Futebol,
chegando à 3ª colocação na competição;
Em 1992 conquista o vice-campeonato amador da Liga Vale Norte de Futebol de
Ibirama, e, na continuação dos trabalhos propostos, já buscando maior
representatividade estadual e com reforços de atletas da região, sagrou-se Campeão
Catarinense de Futebol Amador, garantindo assim, sua credencial para disputar a 2ª
Divisão de Profissionais.
Ainda em 1992, participou em Curitiba do Campeonato Sulbrasileiro de Futebol
Amador, representando Santa Catarina. A Competição contou com equipes amadoras
representando os Estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul;
Profissionalizou-se no ano de 1993 e tendo conquistado no mesmo ano o Titulo de
Campeão Estadual da 2ª Divisão de Profissionais, assegura sua vaga para disputar o
campeonato da 1ª Divisão.
No ano de 1994 o então e atual presidente do Clube, Sr. Genésio Ayres Marchetti,
visando a disputa do campeonato estadual da 1ª divisão, realiza a maior obra de
infra-estrutura no clube, com a construção da arquibancada coberta para mais de 2 mil
pessoas, ampliação, drenagem e gramado novo no campo de futebol;
No campeonato estadual de 1994 destacou-se ao vencer por duas vezes a equipe do
Criciúma que estava no auge e contava com craques do naipe de Soares, Jairo Lenzi,
Vilmar, Da Pinta, Alexandre, Sílvio Criciúma e outros;
Nesse Campeonato o Atlético de Ibirama chegou a disputar semi-final de turno,
terminando a competição entre os oito, numa disputa que contava com 16 equipes;
Em 1995 disputou o certame estadual, tendo uma boa participação e sempre
figurando entre as primeiras colocações;
Licenciou-se junto a Federação no mesmo ano, assolado pela geral crise
econômica;
Nos jogos dos campeonatos estaduais de profissionais realizados no Estádio
da Baixada também batizado pelos adversários de Caldeirão o Clube
contava com seu mascote - O Capeta que entrava em campo antes das
partidas, vestido a caráter, e dava voltas ao redor do gramado com o mascote do time
adversário espetado em seu garfo. E, num fato inusitado, ao ser entrevistado
por uma Rádio que cobria o jogo e indagado sobre o que esperava da partida, o
Capeta respondeu convicto: Se Deus quiser vamos vencer o jogo;
Com passagem pelo Clube destacaram-se os jogadores Sávio, Osmair, Nardella, Treze
e Valdir Dias;
O Atlético voltou a disputar o Campeonato Catarinense de Profissionais da 2ª
Divisão em 2001, sagrando-se bi-campeão, conquistando o primeiro e o segundo turno, e
vencendo na final o Caixas de Joinville.
Extraído do site do Atlético
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