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TOCANTINÓPOLIS ESPORTE CLUBE - TEC

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Fundação 14 de Março de 1993
Endereço Rua Manoel Gomes da Cunha s/n
CEP 77900-000 Tocantinópolis/TO
Telefone (63) 8412098
Estádio Lauro Assunção - municipal, 3500 - e Ribeirão - próprio, 8000 -
Uniforme: Camisa verde, calção verde e meias verdes
Títulos Campeão Tocantinense 1993 e 2002
Internet
Tocantinópolis EC
TEC

2003 - O Tocantinópolis vem consciente das dificuldades mas acredita na conquista do bicampeonato. A participação na Copa do Brasil com vitória no último jogo, apesar da desclassificação, deixou o moral da equipe elevado e embalado para disputar o Estadual. Claudecir; Denner, Eraldo, Rubão e William; Gilmar, Mezaque, Leivinha e Wágner; Adalto e Evaldo. Técnico: Everaldo Bezerra.

2002- O Tocantinópolis traz para este ano uma equipe renovada com muitos jogadores do futebol paulista e goiano. As novidades são  o goleiro Claudemir, que veio do Paraná, Fabiano, polivalente, que joga como lateral, zagueiro e volante, e veio do Santa Helena de Goiás. Além deles, o meia Leivinha, destaque do campeonato goiano de 2001 e jogou no Atlético Goianiense e o centrovante Djalma, ex-Goianésia e no Anápolis e na última temporada foi o artilheiro do Anápolis no Goianão. O técnico é Sérgio Belfort. EB: Vicente, Aurélio, André, Ruão e Lima; Mezaque, Mazinho, Ziel e Leivinha; Carrapeta e Gélo - Técnico: Sérgio Belfort

2001 - O Tocantinópolis, capitaneado novamente por Sérgio Belfort, é detentora da maior estrutura de futebol do estado, com Centro de Treinamento com estádio (Ribeirão), e jogadores experientes e contratados. TEC: Régis, André, Rubens, Sizim, Márcio Alemão, Flávio, Edgar, Zé Filho, Ziel, Gélo e Carrapeta. Técnico: Sérgio Belfort

Tocantinópolis refém - Por uma destas tristes coincidências da vida, a equipe do Tocantinópolise, da cidade do mesmo nome, que fica no extremo norte do Estado do Tocantins, a 602 quilômetros de Palmas, já na divisa com o Maranhão, viveu a pior experiência nos seus onze anos de existência. Nem mesmo a vitória de 1x0 sobre o Central na última sexta-feira 13 do século XX, conseguiu exorcizar o fantasma do seqüestro sofrido pela delegação no início da última semana.Durante mais de doze horas, o grupo foi mantido sob a mira das armas de uma quadrilha, que levou R$360 mil da agência local do Banco do Brasil. O drama do Tocantinópolis começou no início da noite da segunda-feira. Por volta das 18h30, o lateral Róbson, o volante Mesaque e o zagueiro Roberval, estavam descansando do jantar em frente à casa onde moram, ao lado da residência do subgerente da agência do BB em Tocantinópolis, quando foram surpreendidos por dois desconhecidos, que portavam armas.

Eles disseram que seriam obrigados a agir daquela maneira, para que não fosse atrapalhado o plano de seqüestro ao subgerente da agência, e que os jogadores seriam libertados apenas no final da manhã do dia seguinte, após o roubo à agência”, explicou o supervisor do clube, Anacleto Marques da Silva, 41, também conhecido por “Barata”. Ao mesmo tempo em que três jogadores caíam em poder da quadrilha, na sede do clube a delegação prosseguia cumprindo a programação elaborada para a viagem até Caruaru, onde enfrentariam o Central (o jogo estava previsto para quarta-feira e só foi realizado na sexta), que previa para as 23h uma viagem até Imperatriz/MA, cidade que fica a 100 quilômetros de Tocantinópolis, onde embarcariam às 4h da madrugada num vôo até Brasília/DF e de lá pegariam uma conexão para Recife. Após um rápido lanche às 22h30 e vendo que o grupo não estava completo, o supervisor resolveu ir buscar os atletas que faltavam. Desci do ônibus já reclamando do atraso dos jogadores e quando abri a porta da casa, os vi junto de outras pessoas sentados no chão, sob a mira das armas de cinco homens encapuzados”, lembrou Barata. Um dos assaltantes foi até o ônibus e ordenou que toda a delegação deixasse o veículo. A quadrilha explicou que não faria nada de mau ao time, mas que teria de manter a delegação ao lado dos outros reféns, até que o assalto à agência fosse concluído, na manhã do dia seguinte.Mesmo com a garantia de que não iriam mexer com os reféns, foi difícil para a delegação manter a tranqüilidade diante da quadrilha, fortemente armada com escopetas, revólveres e pistolas 765, que a todo instante repetiam “que não teriam nada a perder”. Além dos jogadores e comissão técnica, o time de reféns foi reforçado por familiares do gerente e subgerente da agência assaltada.

Para evitar qualquer desconfiança, a quadrilha obrigou que o supervisor do clube ligasse para o presidente do clube, no início da manhã, para dizer que a delegação estava em Brasília e que a viagem tinha sido um sucesso. Às 9h45, os reféns foram trancados em um dos quartos da casa. O sufoco acabou antes mesmo do final do tempo regulamentar estabelecido pela quadrilha, quando 40 minutos após os assaltantes deixarem a casa. Se no final a quadrilha ficou com toda a renda, o Tocantinópolis soube resistir à pressão psicológica exercida pelas armas dos adversários e saiu do seqüestro agradecendo não ter sofrido qualquer baixa. Quanto ao papagaio, símbolo do clube, terá mais uma estória para contar às futuras gerações de torcedores.

 

Nacionais

2003 - Copa do Brasil e Série C
2001 e 2002 - Série C
2000 - Copa JH - Terceira Divisão
1999 - Série C - Primeira Fase - 6. Colocado Grupo B
1997 - Série C - Segunda Fase - Goiânia 0-1 0-3
Total de Participações: Série C: 5

 

estaduais

1993 a 2005

 

noticias

Jornal do Tocantins
mouranet

Estádio Ribeirao
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Foto: Jornal de Tocantins

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